sexta-feira, 9 de agosto de 2013

* Diferente do Brasil, 120.000 adultos se tornam católicos nos Estados Unidos a cada ano.




Fonte: religionenlibertad.com
Uns 120.000 adultos se tornam católicos nos Estados Unidos a cada ano: dois terços já eram batizados.
Texas, Flórida, Califórnia, Nova York ou Washington são algumas das zonas com mais convertidos ao catolicismo. Em geral, as zonas do sul tendem a crescer ao combinar uma igreja dinâmica com distintos tipos de emigração.
A arquidiocese texana de Galveston-Houston (5,6 milhões de habitantes; 1,1 milhão de católicos, 20%) batizou ou recebeu como novos católicos a quase 2.400 adultos na recente Vigília ou no Dia da Páscoa.

Sua vizinha, a arquidiocese de Santo Antônio (2,3 milhões de habitantes; 700.000 católicos; 30% da população) batizou ou recebeu a 1.165 adultos.
A cosmopolita arquidiocese de Nova York (5,7 milhões de habitantes; 2,6 milhões de católicos; 45%) batizou ou recebeu a 1.470 adultos.
Se somarmos estas três dioceses, com uma população combinada quatro vezes menor que a de França, vemos que batizam ou recebem a tantos convertidos adultos como todo o país gaulês (uns 5.000, entre batizados e retornados à fé através da confirmação adulta). Três dioceses equivalem a um país quatro vezes maior.
É um exemplo de dinamismo religioso da sociedade norte-americana, num país onde 44% da população adulta professa uma convicção religiosa distinta a que viveu em sua infância.

Quase 120.000 ao ano
Não há dados completos de 2012 mas sim de 2011, difundidos pela Conferência Episcopal norte-americana: 43.335 adultos se batizaram como católicos. Também, 72.859 pessoas já batizadas como protestantes ingressaram em plena comunhão com a Igreja Católica. No total, 116.000 novos católicos adultos. Este ano provavelmente haja aumentado um pouco, vendo os dados de várias dioceses.

Crescimento no sul
O sul dos Estados Unidos vive um pequeno “boom” de catolicismo, que se pode explicar não só por seu zelo missionário ou evangelizador (que existe) mas por razões demográficas e migratórias. A população do norte tende a emigrar ao sul, mais ensolarado, e encontrar comunidades católicas razoavelmente atrativas para alguém “recém chegado” (colégios, estrutura social, associações). Também encontran cônjuges católicos, e ao casar-se adotam sua fé. Assim, nesta Páscoa se vêem resultados sulistas como estes:
- Houston: 2.391 novos católicos adultos
- San Diego: 1.278
- San Antonio: 1.165
- Fort Worth : 1.121
- St. Petersburg: 963
- St. Louis: 846
- Palm Beach: 607


Em outras regiões há também pontos de crescimento: Nova York (1.470), sua vizinha Rockville Centre (689), a também vizinha Buffalo (237); Washington, a capital, que vem a vários anos fazendo campanhas televisivas e paroquiais de evangelização, vê seu segundo melhor resultado da década: 1.166 novos católicos adultos.
Histórias muito diversas
As histórias dos novos convertidos são diversas. Há imigrantes de países comunistas, ou filhos desses imigrantes, hoje já adultos, que dão o passo. Há os que descobriram a fé em colégios ou em comunidades ou através de um parente. O mais comum é que adotem a fé que aprenderam a amar através de seu cônjuge ou noivo/a. Há os que fogem das igrejas protestantes liberais, buscando uma igreja “séria”, “exigente”, “que não mude sua doutrina”.

Naturalmente, nem todos os novos convertidos serão fiéis fervorosos.
Como explicávamos em ReL, os 70 milhões de católicos norte-americanos se agrupam em 5 tipos distintos, cada um dos 14 milhões: uma quinta parte são fiéis e fervorosos; outra parte crê, mas é acomodada e pratica pouco; outra parte crê e pratica, mas duvida ou se desentende em temas éticos; outro grupo só é católico em um sentido étnico e por último há uma fração que não é católica em nenhum sentido, exceto por ter alguma avó italiana ou polonesa.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Na prática, o aborto está descriminalizado no Brasil – entenda o porquê, veja com DILMA FOI TRAIÇOEIRA




É na sutileza que o mal avança.

Provavelmente, muitas pessoas tomaram conhecimento de um projeto de lei que “Dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”. Obviamente assim o projeto foi divulgado pela mídia, seria uma iniciativa do governo para assistir mulheres vitimadas pelo estupro. Por conseqüência, quem estiver contra tal projeto automaticamente será taxado de misógino, machista, opressor, fundamentalista, e mais um monte de impropérios.

Entretanto, poucas pessoas realmente sabem o que está acontecendo.
O Projeto de Lei PL 03/2013, sancionado na íntegra pela presidente Dilma Rousseff, tem o poder de fazer basicamente uma coisa: vincular o SUS às Normas Técnicas do Ministério da Saúde sobre aborto e “direitos reprodutivos”, o que até então não era obrigatório. É claro que não há nada no PL 03 sobre aborto: o que as pessoas precisam se conscientizar é do conteúdo das normas técnicas. Com uma leitura mais atenta, vão perceber que… a norma técnica instrui sobre o que denomina “abortamento legal”. E o que seria “abortamento legal”?

Vamos ver o que diz a Norma Técnica do Ministério da Saúde “Prevenção e tratamento dos agravos resultantes da violência sexual contra mulheres e adolescentes”:
(Pag. 69)
 
“O Código Penal não exige qualquer documento para a prática do abortamento nesse caso, a não ser o consentimento da mulher. Assim, a mulher que sofre violência sexual não tem o dever legal de noticiar o fato à polícia. Deve-se orientá-la a tomar as providências policiais e judiciais cabíveis, mas caso ela não o faça, não lhe pode ser negado o abortamento. O Código Penal afirma que a palavra da mulher que busca os serviços de saúde afirmando ter sofrido violência, deve ter credibilidade, ética e legalmente, devendo ser recebida como presunção de veracidade. O objetivo do serviço de saúde é garantir o exercício do direito à saúde, portanto não cabe ao profissional de saúde duvidar da palavra da vítima, o que agravaria ainda mais as consequências da violência sofrida. Seus procedimentos não devem ser confundidos com os procedimentos reservados a Polícia ou Justiça.”
(Pag. 75)
 
“Cabe ressaltar que não há direito de objeção de consciência em algumas situações excepcionais: 1) risco de morte para a mulher; 2) em qualquer situação de abortamento juridicamente permitido, na ausência de outro(a) profissional que o faça; 3) quando a mulher puder sofrer danos ou agravos à saúde em razão da omissão do(a) profissional; 4) no atendimento de complicações derivadas do abortamento inseguro, por se tratarem de casos de urgência.

É dever do Estado e dos gestores de saúde manter nos hospitais públicos profissionais que não manifestem objeção de consciência e que realizem o abortamento previsto por lei. Caso a mulher venha sofrer prejuízo de ordem moral, física ou psíquica, em decorrência da omissão, poderá recorrer a responsabilização pessoal e/ou institucional.”
Mais adiante (Pag. 76)
“Para garantir o abortamento seguro para as mulheres em situação de gravidez decorrente de violência sexual, que assim o solicitem, é necessário que existam suprimentos e equipamentos adequados, aplicação de técnicas corretas e capacitação dos(as) profissionais de saúde. Além disso, o cumprimento de algumas medidas e cuidados simples é fundamental para que o abortamento seja oferecido de forma segura e acessível para a mulher nos serviços de saúde.”

Em seguida, na norma técnica, estão relatados métodos de interrupção da gravidez – eufemismo para aborto.
A íntegra da norma técnica pode ser acessada através deste link:
https://s3.amazonaws.com/padrepauloricardo-files/uploads/wq25lplhhy1vucgmoyax/7-norma-tecnica-2012.pdf
Os artigos 1 e 2 do PL 03 são inequívocos: os hospitais estão obrigados a oferecer às vítimas de violência sexual os serviços previstos no artigo 3, inclusive a “profilaxia da gravidez”, considerando-se violência sexual “qualquer forma de atividade sexual não consentida”.
http://www.senado.gov.br/atividade/materia/getPDF.asp?t=123685&tp=1

Logo, de acordo com as normas técnicas do Ministério da Saúde, o serviço de “profilaxia da gravidez” inclui sim o aborto, que deve ser realizado conforme a vontade da vítima de violência sexual – que pode muito bem estar se passando por uma vítima, já que o importante para a leié a palavra da mulher, sem necessidade de qualquer outra evidência. E o hospital é OBRIGADO a prestar esse serviço, sem que haja a possibilidade de objeção de consciência por parte dos profissionais de saúde.
Em resumo: graças a uma só canetada de Dilma, o aborto não será mais punido no Brasil, e o médico que se recusar a fazer o aborto poderá ser processado por infringir a norma técnica – que ganha a força da lei ao tornar-se seu subsídio.
Para encerrar: graças à desinformação promovida pela mídia esquerdista, prepare-se para ser insultado caso você se posicionar contra essa lei.
Fonte: http://www.jornadacrista.org/as-implicacoes-do-pl-03/

Um resumão, pra quem não teve tempo de ler todos os documentos que publiquei sobre a “lei do aborto” sancionada pela Presidente.

O Projeto de Lei 03/2013 sancionado pela Presidente Dilma, na prática, contempla:
1 – Obriga os profissionais da saúde e as instituições hospitalares, com risco de processo, a praticarem o aborto, negando lhes a objeção de consciência. Os obriga, mesmo contra seus princípios, distribuírem pílulas abortivas às mulheres que alegarem atividade sexual não consentida. Também os obriga a encaminharem as mulheres que querem abortar ao serviço de abortamento(caso não os tenha em estabelecimento) e a se munirem de equipamentos para praticarem o aborto

2 – Qualquer mulher, em qualquer fase da gravidez que se apresentar ao serviço hospitalar do SUS alegando que a gravidez é fruto de uma “atividade sexual não consentida” terá o direito de abortar a criança. Mesmo sem apresentar um laudo, um boletim de ocorrência ou um exame de corpo de delito. O que vale é a palavra dela.

3 – Qualifica a gravidez como: “Profilaxia” termo usado para doenças . Definição:  “Profilaxia é um termo muito utilizado na medicina e na odontologia, que são medidas para prevenir ou atenuar doenças.” http://www.significados.com.br/profilaxia/
Como se a crianças fosse um tumor a ser retirado ou uma tuberculose a ser evitada.
OBS: A Norma Técnica que acompanhará, necessariamente, a lei sancionada, prevê a aplicação de todas estas práticas, o que demonstra  a articulada e dissimulada intenção da lei, que por si só não deixa claro a aplicação do aborto a não ser se lida junto com a Norma Técnica que a aplicará.

Sobre a sanção presidencial do PLC 03/2013
Queridos amigos, realmente foi chocante tomar consciência da sanção presidencial do PLC 03/2013 que de uma forma velada acaba abrindo uma ampla estrada para o aborto. Isso foi um estratagema político bem articulado.

Apesar do pedido dos grupos pró-vida, da CNBB, da Bancada Evangélica, a Presidente sancionou o Projeto de Lei. Os Deputados e Senadores não se deram conta do que estava por trás e na Câmara, em duas Comissões e no Senado, aprovaram por maioria em caráter emergencial a pedido do Ministério da Saúde o PLC 03/2013.
 
É preciso que tenhamos consciência de que é um projeto antigo,que tinha como proposta assegurar à mulher um atendimento médico de emergência em caso de violência sexual: atendimento psicológico, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis,etc.
Contudo,foi pedido pelo Ministro da Saúde que fosse votado em caráter de urgência pela Câmara e Senado,para que as mulheres fossem presenteadas com essa aprovação.
Porém, o texto original foi alterado, e a expressão emergência médica sumiu do texto, colocando então o termo: atendimento emergencial, ou seja, procedimentos imediatos. No Art. 2º fala-se de violência sexual, considerando qualquer forma de atividade sexual não consentida (não sendo necessário que a mulher apresente nenhum sinal de violência, como também, não se fazendo necessário um exame no IML para comprovação de que aconteceu a violência sexual).

Portanto, se uma mulher com sete meses de gravidez se apresentar num Pronto Socorro dizendo que foi vitima de violência sexual a sete meses atrás, ela deve ter o atendimento emergencial. O Artigo 1º dá a garantia de atendimento integral, podendo-se então aplicar a lei para os casos de estupro: o aborto! No inciso 4 do Artigo 3º se fala da “profilaxia da gravidez”, como se gravidez fosse doença para se ter uma profilaxia (Profilaxia é um termo muito utilizado na medicina e na odontologia, que são medidas para prevenir ou atenuar doenças. O termo profilaxia é de origem grega e significa precaução).

Eu te pergunto: gravidez é doença para se ter profilaxia? Vejam como é grave a situação! Isso ratifica a norma técnica do aborto proposta pelo Ministério da Saúde!
E agora, o que vamos fazer? Orar? Já oramos e muito nesta situação. Formar consciência moral dos cristãos? Essa é nossa obrigação! E como nação Cristã? Deixar bem claro à Presidente que não estamos de acordo com isso que foi sancionado. Me pergunto, por causa de um aumento de passagem de ônibus milhares saíram às ruas para protestar e disseram que o gigante havia despertado, e a defesa da vida dos inocentes, não merece uma grande movimentação neste país?
Creio que não podemos ficar somente nos artigos de lamento pelo Projeto de Lei sancionado, mais sairmos às ruas para dizer que não estamos de acordo e que defendemos a vida.
 
Me vem à mente o que o Papa Francisco disse aos jovens argentinos reunidos com ele na Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro: “Desejo dizer-lhes qual é a consequência que eu espero da JMJ: espero que façam barulho. Aqui farão barulho, sem dúvida. Aqui no Rio, farão barulho, farão certamente. Mas eu quero que se façam ouvir também nas dioceses, quero que saiam, quero que a Igreja saia pelas estradas, quero que nos defendamos de tudo o que é mundanismo, imobilismo, nos defendamos do que é comodidade, do que é clericalismo, de tudo aquilo que é viver fechados em nós mesmos. As paróquias, as escolas, as instituições feitas para sair; se não o fizerem, tornam-se uma ONG e a Igreja não pode ser uma ONG. Que me perdoem os Bispos e os sacerdotes, se alguns depois lhes criarem confusão. Mas este é o meu conselho. Obrigado pelo que vocês puderem fazer”. (25/07/2013).
 
O que vamos fazer?????Em 2014 eu sei o que vou fazer, dizer o meu não aos políticos e partidos abortistas e te aconselho a fazer o mesmo. E agora, diante desse famigerado projeto de lei sancionado? Vamos dar voz aos indefesos e aos que não tem nem possibilidade, chance de ter voz?
Que Jesus tenha misericórdia do nosso lindo Brasil, “Gigante pela própria natureza”, e que nós assumamos a profunda palavra profética referida ao povo brasileiro: “verás que um filho teu não foge à luta”.
Deus abençoe o Brasil e o povo brasileiro!
Padre Roger Luis (Comunidade Canção Nova)

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Você conhece os pais “maus”?

PAIS MAUS
Dr. Carlos Hecktheuer- médico psiquiatra

“Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães, eu hei de dizer-lhes: – Eu os amei o suficiente para ter-lhes perguntado aonde vão, 
com quem vão, e a que horas regressarão.

- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio, e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

- Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar os doces que tiraram do supermercado, ou revistas, do jornaleiro, e fazê-los dizer ao dono: “Nós tiramos isto ontem, e queríamos pagar”.

- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

- Eu os amei o suficiente para deixá-los ver, além do amor que eu sentia por vocês, o meu desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para lhes dizer NÃO, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até me odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci… Porque, no final, vocês venceram também! E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães; quando eles perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:

“Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo. As outras crianças comiam doces no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes, comiam batatas fritas e sorvetes no almoço, e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.

Insistiam em que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade, e apenas a verdade.
E, quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!

Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos até os 16 para chegar um pouco mais tarde; e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos, ao voltar).

Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência: nenhum de nós esteve envolvido com drogas, roubo, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por crime algum.
FOI TUDO POR CAUSA DOS NOSSOS PAIS!

Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o melhor para sermos PAIS MAUS, como eles foram”.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ PAIS “MAUS” O SUFICIENTE!

terça-feira, 30 de julho de 2013

“Profilaxia da gravidez” será substituído por “pílula do dia seguinte”! Mas Pilula do Dia seguinte também é abortiva.

“Profilaxia da gravidez” será substituído por “pílula do dia seguinte”

Com relação ao PLC 3/2013, o Palácio do Planalto trabalha com a hipótese de vetar apenas a expressão ambígua “profilaxia da gravidez” e propor que ela seja substituída pelo termo “contraceptivo de emergência”. O restante da lei seguiria como está. É o que li na reportagem de Veja, Dilma deve sancionar projeto sobre violência contra mulher que enfurece religiosos.
Isso não resolve nada. Tirar o termo ambíguo que trata gravidez como doença e, em seu lugar, colocar claramente o procedimento abortivo ao qual ele se referia… Ooooh! Que mudança! Vem cá, deixa eu te falar uma coisa: sim, a pílula do dia seguinte é um abortivo químico. E quem diz isso, caros jornalistas, não são os católicos obscurantistas, mas sim o próprio fabricante da pílula. Vamos lá a um rápido exercício de leitura:
Não permite que o óvulo FERTILIZADO se prenda ao útero”. –Levonelle, fabricante da pílula do dia seguinte, informa em site da marca como funciona o fármaco abortivo. Leia mais no post Fabricante informa: pílula é abortiva!!!
Deu pra entender? “Ok, mas o que é útero? E pode explicar também o que é óvulo fertilizado?” Caro jornalista, você não é burro. Ei, você é a inteligência pura! Que isso? Não faz isso com seu diploma… Presta atenção: 79,3% dos médicos brasileiros têm restrições à pílula do dia seguinte. Faz uma matéria sobre isso! É pesquisa séria da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP. E por que os médicos brasileiros têm restrições a tal “contraceptivo de emergência”? Primeiro porque ele é uma BOMBA ATÔMICA hormonal. Isso é bom para as mulheres? Você é a inteligência pura, sei que sabe a resposta. SEGUNDO: é abortiva. E o aborto, mesmo o químico, traz graves riscos à vida da mulher (à vida do ser humano no útero ele tira mesmo, mata).
No Chile os médicos conseguiram proibir a distribuição de tal “contraceptivo de emergência” no serviço público de saúde. Por que razão? Por causa dos efeitos abortivos da pílula! Dá uma olhada na notícia: Justiça chilena proíbe pílula do dia seguinte.
Dilma não pode sancionar isso sem dar adeus a sua vida política.

Justiça chilena proíbe pílula do dia seguinte



SANTIAGO DO CHILE, segunda-feira, 7 de abril de 2008 (ZENIT.org)

.- O Tribunal Constitucional do Chile fez público e oficial o acordo segundo o qual se redigirá a sentença sobre o requerimento de inconstitucionalidade apresentado por deputados da República contra o Decreto Supremo que aprovou as Normas Nacionais de Regulação da Fertilidade.

Após uma longa batalha judicial, o Tribunal Constitucional resolveu proibir a distribuição da «pílula do dia seguinte» no serviço público de saúde, acolhendo assim parte de um recurso legal apresentado por 36 deputados. Ainda que a sentença esteja sendo redigida e se dará a conhecer em meados de abril, seu conteúdo principal foi difundido à imprensa. Na tarde de 4 de abril, o organismo emitiu uma declaração oficial.

No início de 2007, 36 deputados apresentaram um requerimento contra um decreto do Ministério de Saúde que aprova as Normas Nacionais Sobre Regulação da Fertilidade e que contempla – entre outras medidas – a distribuição da pílula do dia seguinte a adolescentes maiores de 14 anos sem o consentimento de seus pais.

Em sua declaração, o máximo organismo judicial indica que, «perante as múltiplas versões acerca do decidido por este Tribunal Constitucional sobre o requerimento apresentado por 36 deputados contra o Decreto Supremo nº 48/2007 do Ministério de Saúde, que aprova as Normas Nacionais sobre Regulação da Fertilidade, e com o objeto de informar adequadamente a opinião pública, decidiu-se, nesta oportunidade e de modo unânime, dar a conhecer o acordo que se adotou, ainda quando a respectiva sentença se encontra em fase de redação».

O organismo assinala que resolveu «acolher o requerimento unicamente enquanto se declara a inconstitucionalidade do ponto 3.3 da Seção C das mesmas normas referidas, que ordena ao sistema público de saúde aconselhar e distribuir os métodos de ‘Anticoncepção Hormonal de Emergência’».

Um grupo de 29 organizações cristãs e de defesa da vida manifestou sua satisfação por esta decisão.

«Valorizamos – dizem estas organizações em um comunicado que enviaram à Zenit – a decisão do Tribunal Constitucional: ela reafirma o Estado de Direito, ao reconhecer que em nosso ordenamento jurídico se protege a vida daquele que está por nascer desde sua concepção, e que tal âmbito de proteção legal e constitucional, contida também nos tratados internacionais ratificados pelo Chile e ainda vigentes, não requer a certeza de um possível dano que possa afetar a existência do não-nascido, mas que basta que se configure uma provável ameaça para que o direito o proteja.»

Este raciocínio, prossegue a nota das organizações, «é plenamente coerente com a proteção internacional dos direitos humanos, aqueles que emanam da natureza humana e que nossa Constituição recolhe e ampara: sempre se deve velar pela proteção do direito fundamental que possa estar sendo afetado, já que em matéria de direitos humanos rege o princípio ‘pro-homine’: toda norma deve ser interpretada em favor da pessoa humana».

«O direito à vida – continua dizendo o comunicado – é o primeiro e mais fundamental de todos os direitos, e este não pode ser subordinado nem ser posto em risco sob pretexto de uma má entendida equidade, nem menos diante de opções pessoais de terceiros: sustentar que a proteção da vida humana inocente frente a tudo aquilo que a ameace constitui um atentado à igualdade é um absurdo: a igualdade para fazer ou ocasionar o mal não é um direito para ninguém. Desta forma, a diversidade de opiniões ou opções pessoais na matéria não justifica o uso de meios que podem causar dano a outro, ainda mais se este dano pode ser irreparável e a vítima – sempre inocente – não tem possibilidade de defesa.»

Com isso, o Chile se une aos países que declararam o efeito abortivo da pílula do dia seguinte. «Assim – concluem estas organizações –, nós nos alegramos com a decisão adotada pelo TC, respaldamos e felicitamos os deputados e advogados que apresentaram o requerimento e convidamos toda a sociedade civil a tomar parte ativa na proteção e promoção da vida, especialmente a de quem está por nascer.»

Data Publicação: 09/04/2008

Padre Joãozinho: “Nenhum católico poderá votar em Dilma se ela sancionar o PLC 3/2013″


pe-joaozinho-foto
Herdeiro do legado intelectual e artístico do famoso padre Zezinho, o catarinense João Carlos Almeida, também padre dehoniano (scj), intelectual e artista, assumiu publicamente a luta pelo veto ao PLC 3/2013.
O projeto de lei que aguarda a sanção da presidente Dilma Rousseff transforma o aborto em casos de estupro em mera questão de “profilaxia da gravidez”, uma doença a ser urgentemente tratada por todo hospital da rede SUS, independentemente de ser mantido por entidades religiosas.
Padre Joãozinho, como é popularmente conhecido em todo Brasil, manifestou-se publicamente, por meio de seu twitter, no último domingo (29), de forma taxativa pelo veto ao projeto de lei já aprovado pela Câmara e pelo Senado. Ele foi além: exigiu que nenhum católico vote na presidente caso ela sancione a mais nova lei do aborto no país.
O texto que segue é uma compilação dos tweets do padre sobre o assunto. O título fui eu quem criei, baseado no conteúdo dos tweets do padre. Todo conteúdo compilado está publicado aqui na íntegra, da mesma forma como disposto nos tweets do padre.
Que mais dehonianos, que mais sacerdotes, que mais católicos e cidadãos brasileiros condenem o PLC 3/2013 e exijam da presidente da república o veto a tal projeto de lei.
***
Dilma, vete o PLC 3/2013
por Padre Joãozinho, scj
Até 1º de agosto Dilma irá sancionar o Projeto de Lei 03/2013 que regulamenta a “profixalia da gravidez”, leia-se: ABORTO!!! Ao sancionar, aprovar o Aborto no Brasil (mesmo em casos de estupro), ela será responsável pela condenação de milhões de inocentes.
É a mesma lógica da pena de morte: para uma pena irrevogável exige-se uma justiça perfeita. A nossa esta muito longe disso. Se Dilma assinar a LEI DO ABORTO (profixalia da gravidez) nenhum católico, em consciência poderá lhe dar seu voto.
Conclamo meus 60.000 seguidores a um gesto concreto pós @jmj_pt lutando com todas as forças contra o ABORTO PROFILÁTICO. O que precisamos mesmo é de reforma política… não seria melhor uma profilaxia no cenário político do Brasil?
Mas tem um “se”… @dilmabr pode vetar parcialmente o Projeto de Lei 03/2013 excluindo a “profilaxia da gravidez” no SUS. Acho muito estranho que este projeto tenha passado pelo Congresso contra toda a sensibilidade e nossa população.
Existe nesta questão uma corrupção semântica. Profilaxia, no contexto legal não inclui o aborto. Mas na prática é disso que se está falando. Tanto é verdade que até políticos contrários ao aborto votaram a favor do projeto de lei. Só depois se deram conta da pegadinha…
Por isso agora pedem o veto parcial. A regulamentação da lei obrigará o SUS a praticar o aborto em caso de estupro como forma de profilaxia. Trata-se do Projeto de Lei 3/2013 no Artigo 3º, inciso IV: Profilaxia da Gravidez. Aqui está o X da questão. O que significa PROFILAXIA?
Ninguém entendeu que a tal “profilaxia” poderia incluir o aborto. Depois de sancionada a lei deverá ser regulamentada e então entrara o debate hermenêutico sobre a extensão do conceito de profilaxia.
Parece que a questão do PL 3/2013 está pegando fogo mesmo. Estamos no debate do significado das palavras: profilaxia é uma delas. Profilaxia não pode significar aborto pois um feto, mesmo resultado de um estupro, não é um vírus. Gente não é vírus.
Usar um crime hediondo como o estupro para banalizar o aborto em caso de “gravidez indesejada” é no mínimo perverso. O artigo 5 da nossa constituição fala da “inviolabilidade do direito à vida”.
Os antigos gregos acreditavam que a vida começava e terminava com a respiração. Nascituros não tinham direitos. Hoje isso não se sustenta.
O Papa não liberou o homossexualismo! Isto é invenção da imprensa. Entenda o porquê…
Padrão
brazil_pope_world_you_fran8
Eu sabia que isso ia acontecer, só não esperava que fosse tão rápido. Mais cedo ou mais tarde a imprensa acabaria fazendo o que faz de melhor (ou de mais nojento): Distorcer as palavras do Santo Padre. O Pontífice tinha razão quando disse ainda na sua saída de Roma para o Brasil, que estar ao lado dos jornalistas era como estar cercado de “lobos ferozes”.
Mesmo o Papa tendo falado de compromisso e responsabilidade, mesmo discursando contra a “cultura do provisório, do relativo”, defendendo o valor da família e do matrimônio, os jornalistas ativistas (ou ativistas jornalistas) insistem em tentar criar uma imagem de um Papa progressista, nem que para isso eles tenham que “manipular” a informação.
Nós católicos precisamos ter muito cuidado com a leitura que a mídia faz das declarações dos Papas, Cardeais, Bispos e Padres. Quando escrevem ou falam fé e a Igreja, a grande maioria dos jornalistas e teólogos (os formadores de opinião), querem forçar a barra, no intuito de militar contra a Igreja de Cristo e a favor de um “progressismo” que não ajuda em nada a Igreja – ao contrário, que ferem os grandes valores do cristianismo.
Ainda no avião enquanto regressava a Roma o Papa Francisco concedeu uma entrevista aos jornalistas da sua comitiva no avião. O Pontífice abordou temas espinhosos; entre eles, a questão da homossexualidade.
Aqui um grande parênteses: Não falou nada de novo em matéria moral. Leia o que ele disse:
“Se uma pessoa é gay e procura Deus e tem boa vontade, quem sou eu, por caridade, para julgá-lo? O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem. Diz que eles não devem ser discriminados por causa disso, mas integrados na sociedade.”
Bastou esta frase para que vários portais de notícias festejassem o que na opinião deles seria o consentimento da igreja para o ato homossexual. Nada mais falso. Antes da frase acima ele falou algo que a imprensa fez questão de não citar:
“Segundo o Catecismo da Igreja Católica, a orientação homossexual não é pecado, mas os atos, sim.”
Para não deixar nenhuma dúvida, vamos ler o trecho do Catecismo ao qual o próprio Papa remete. Assim não deixemos que haja dúvidas sobre um provável desacordo entre as palavras do Papa e o ensinamento moral da Igreja. Leiamos o parágrafo 2358:
“Um número não negligenciável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente enraizadas. Esta inclinação objetivamente desordenada constitui, para a maioria, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com eles todo sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar a vontade de Deus em sua vida e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício do Senhor as dificuldades que podem encontrar por causa de sua condição.” (CIC§2358)
Moral da história: a Igreja continua condenando o pecado, não o pecador. E, justamente porque o ama, chama-o à conversão, à castidade. Por causa de sua condição, eles não devem ser injustamente discriminados, mas tratados com respeito e dignidade. Este é o ensinamento da Igreja e esta é a referência do Papa.
Agora a grande prova da maldade da imprensa em deturpar as palavras do Papa, foi a omissão de um trecho da entrevista. Quado perguntado sobre porque não falou aos jovens sobre questões polêmicas como o aborto ou o “casamento” gay, o Santo Padre disse:
“A Igreja já se expressou perfeitamente sobre isso. Eu não queria voltar a falar sobre isso. Não era necessário voltar a falar sobre isso, como também não era necessário falar sobre outros assuntos. Eu também não falei sobre o roubo, sobre a mentira. Para isso, a igreja tem uma doutrina clara. Queria falar de coisas positivas, que abrem caminho aos jovens. Além disso, os jovens sabem perfeitamente qual a posição da igreja”.
Não satisfeito, o repórter perguntou:
E a (posição) do papa?
O resultado foi uma resposta do Papa Francisco, digna do Papa Francisco (que mais pareceu um golpe de direita no queixo):
(A posição do Papa) É a da Igreja, eu sou filho da Igreja”.
A questão é: Porque nenhum meio de comunicação noticiou este fato?
Talvez encontremos a resposta quando perguntamos: A quem interessa o “lobby gay”? A quem interessa o “lobby abortista”? Termino esta matéria indicando o excelente texto doWagner Moura do blog “O Possível e o extraordinário”.