segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Veja o que Lula e Dilma Fizeram para Aprovar o Aborto no brasil!


pelavidaregiane

(“eu tive mais problemas com o governo do que com quem me violentou”)
Um texto do pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Nos governos Lula e Dilma as mulheres tem sido vistas tão somente como instrumentos para a promoção do aborto. As vítimas de estupro são bem acolhidas, mas com uma condição: que estejam dispostas a abortar. Este não foi o caso de Regiane Marques de Souza, violentada em Maricá (RJ) em dezembro de 2010.

Regiane, após ser violentada, foi acolhida pelo Núcleo de Apoio à Mulher e encaminhada para o Hospital Fernando Magalhães (Rio de Janeiro), a fim de fazer o aborto. Em 23 de fevereiro de 2011, Regiane já estava no hospital, pronta para o “procedimento”, quando mudou de ideia e resolveu aceitar a criança. A partir de então, a acolhida desapareceu. Em 24 de agosto de 2011, Regiane deu à luz uma linda menina, a quem deu o nome de Maria Vitória. No entanto, seja durante a gravidez, seja após o parto, ela nunca recebeu um único auxílio dos órgãos do governo encarregados de defender “a mulher”. Em seu comovente depoimento de 5 de junho de 2013, Regiane afirma: “a Secretaria de Políticas para as Mulheres não faz nada para as mulheres que decidem não fazer aborto”. Aos seis meses de gravidez ela voltou ao CEDIM (Conselho Estadual dos Direitos da Mulher) do Rio de Janeiro pedindo apoio e recebeu esta resposta: “o problema é seu; você não precisava estar passando por isso”. Grávida e desempregada, ela apenas ouviu as feministas do governo dizerem que o problema era dela[1]. Inutilmente Regiane procurou a Secretaria de Políticas para as Mulheres pedindo um auxílio para suas crianças, uma vez que onde ela mora não há creche. Nada foi feito.
Eis como ela relata o descaso do governo:

“CRAS[2], CREAS[3], Plantão Social, todo tipo de órgão que tem do governo, eles falam que entendem a minha situação, mas também nunca me fizeram uma visita, nunca ligaram para mim para saber nem como eu estou sustentando minhas três crianças”.
Mas em momento algum Regiane se arrepende de não ter abortado.
“Eu optei por não abortar, mas foi por livre e espontânea vontade, não tenho receio. É minha filha, estou satisfeita, o problema eu tenho é com o governo, que não me apoia. Não quer saber de minha necessidade, não quer saber de como estou vivendo com os meus filhos…”
Termina de maneira enfática comparando o governo com o autor do estupro:
“Eu tive mais problemas com o governo do que com a própria pessoa que me violentou. Porque ele foi preso, e o governo… eu peço ajuda e ninguém faz nada”[4].

Dilma sanciona lei de expansão do aborto
Contrariando pedidos insistentes de grupos pró-vida, a presidente Dilma Rousseff, logo após o término da estadia do Papa Francisco no Brasil, sancionou, sem nenhum veto, a Lei 12.845, de 1º de agosto de 2013, que “dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”.

A lei tem por objetivo expandir a prática do aborto em caso de gravidez resultante de estupro. Esse aborto, embora constitua crime, há anos vem sendo financiado pelo governo[5]. No entanto, a palavra “aborto” não aparece nem no texto nem no título da lei.
A estratégia não é nova. Em novembro de 1989, o então Ministro da Saúde José Serra editou uma norma técnica intitulada “Prevenção e Tratamento dos Agravos Resultantes da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes” cujo objetivo central era instruir os hospitais a praticarem aborto em crianças de até cinco meses de gestação quando concebidas em um (suposto) estupro. A palavra “aborto”, porém, não aparecia no título da norma. Para “provar” que havia sido violentada, bastava que a mulher apresentasse um boletim de ocorrência policial (o que não prova coisa alguma). Não se exigia o laudo do Instituto Médico Legal nem o Registro de Atendimento Médico à época da violência sofrida.

Em 2005, sob o governo Lula, essa Norma Técnica do Aborto foi reeditada pelo Ministro da Saúde Humberto Costa[6] com um agravante: nem sequer se exigia o boletim de ocorrência para que a gestante “provasse” que foi violentada. Bastava a palavra da mulher junto ao hospital. O Ministério da Saúde teve inclusive o cuidado de elaborar um formulário a ser preenchido pela suposta vítima, facilitando o trabalho da gestante não violentada de inventar uma história de violência a fim de obter o “direito” ao aborto[7].

Essa Norma Técnica, porém, por horrenda que seja, não tem força de lei. Ela ensina a praticar o aborto, ensina com detalhe cada procedimento abortivo, mas não obriga os hospitais a praticá-lo. Na prática, somente os grandes hospitais, com uma equipe médica treinada para o aborto, têm seguido essa Norma. Faltava uma lei que obrigasse todos os hospitais do SUS a encaminhar as (supostas) vítimas de violência para os centros de aborto. Essa lacuna foi preenchida pela lei 12.845/2013, recém-sancionada pela Presidente Dilma. A nova lei fala de “atendimento imediato, obrigatório em todos os hospitais integrantes da rede do SUS” (art. 3º, caput) e não apenas nos “hospitais públicos que tenham Pronto Socorro e Serviço de Ginecologia”, como previa o projeto original[8].

 Esse “atendimento” inclui o aborto precoce (“pílula do dia seguinte”) mascarado sob o nome de “profilaxia da gravidez” (art. 3º, IV). O cerne da lei, porém, está no inciso VII do artigo 3º que fala do “fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais e sobre todos os serviços sanitários disponíveis”. Todos os hospitais do SUS terão, portanto, o dever de informar as (supostas) vítimas de violência sobre o (falso) direito que elas têm de abortar seus filhos e quais hospitais estão disponíveis para executar esse “serviço”. A extensão da lei é reconhecida pelos defensores do falso direito ao aborto, financiados por fundações estrangeiras, quando, em linhas gerais, dizem: “Erra quem pensa que esse será um ajuste simples nos serviços: é preciso treinar equipes, organizar redes de garantia de direitos, estabelecer parcerias sensíveis entre a saúde e a segurança pública”.
Portanto, a menos que a lei seja logo revogada, é de se esperar uma verdadeira explosão do número de abortos na rede hospitalar pública.

[2] Centro de Referência de Assistência Social
[3] Centro de Referência Especializado de Assistência Social
[5] Um estudo disso encontra-se em CRUZ, Luiz Carlos Lodi da. Aborto na rede hospitalar pública: o Estado financiando o crime. Anápolis: Múltipla, 2007.
[7] Eis um trecho do formulário contido no Anexo I da Portaria 1508, de 1º de setembro de 2005: “Declaro ainda, que fui agredida e violentada sexualmente por _______ homem(s) de aproximadamente ______ anos, raça/cor ______________cabelos ______________, trajando (calça, camisa, camisetas, tênis e outros), outras informações (alcoolizado, drogado, condutor do veículo/tipo ________ etc.). O crime foi presenciado por (se houver testemunha) ________________________________________”.
[8] Cf. PL 60/1999, art. 4º, caput, versão original, da deputada Iara Bernardi (PT/SP).

Entre nesse link e veja completo

http://www.providaanapolis.org.br/index.php/todos-os-artigos/item/414-apoio-ao-aborto-nao-a-mulher

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Se nos amamos e vamos nos casar, por que não podemos ter relações sexuais?



“A relação sexual dentro do matrimônio defende a integridade do amor: seja a dos cônjuges entre si, seja o amor deles para com o fruto natural do matrimônio: o filho”


Por Pe. Anderson Alves
Essa é uma pergunta que alguns namorados cristãos comprometidos se fazem. Se eles sentem um amor real, por que não podem expressá-lo num gesto de intimidade que poderia ajudar a crescer o afeto entre os dois?
Se a união corporal será comum dentro de pouco tempo, por que não iniciá-la quando o amor parece já ser maduro?
Certamente, a maioria dos cristãos aceita que uma relação realizada por pessoas que mal se conhecem é irresponsável e pecaminosa. Mas não seria exagerado dizer o mesmo do ato realizado por namorados sinceros, fiéis e que estão (quase) decididos a se casar?

Para responder a essa questão é preciso lembrar que a Igreja não tem autoridade para mudar o que Deus revelou. A Palavra de Deus é sempre viva e eficaz, é uma luz que guia nossos passos. E ela ensina:
“O corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo”; “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo”[1].

Esses textos expressam o valor altíssimo do corpo humano, que é templo do Espírito Santo, e não algo que possa ser usado ou abusado. E a fornicação (ato sexual fora do casamento) é um ato pecaminoso, porque reduz o valor do corpo humano ao de uma coisa, a algo utilizável.
As relações sexuais não são meros atos físicos, mas devem ser expressão de algo mais profundo: a doação total e incondicional de uma pessoa a outra. E essa doação é real e se concretiza com o pacto matrimonial. Por isso, o ato sexual é bom quando busca o bem do casal e está aberto à transmissão da vida[2]. Esses são os dois fins do matrimônio.
Mas como aceitar isso nos nossos dias? Há algum motivo racional que poderia convencer-nos da verdade desses ensinamentos?
Cremos que há vários motivos. Apresentamos agora alguns.

1. A relação sexual dentro do matrimônio defende especialmente a mulher e o possível fruto dessa relação: o filho. Se a geração de um filho se dá antes do matrimônio, o que geralmente ocorre? Esse novo ser passa a ser visto mais como um problema do que como um dom. Pois a concepção de um filho não obriga ao homem (o pai) a se casar. Se o pai é reto e tem um sentido apurado de justiça, manterá suas obrigações financeiras para com esse filho e para com a mulher. Mas isso não basta para a criança. Cada filho tem o direito de nascer dentro de um matrimônio sólido, no qual os pais busquem a felicidade juntos. Dentro do matrimônio, o filho é seu fruto natural, está protegido social e juridicamente e é naturalmente visto como um dom, e não como um fruto indesejável;

2. Em geral, quem vive a castidade no namoro terá menos dificuldades de viver a fidelidade ao matrimônio. Hoje em dia, o “permissivismo” moral é grande. A “educação sexual” transmitida pelos meios de comunicação e, às vezes, pelas escolas, diz somente: “faça o que você quiser, desde que seja com preservativos e escondido dos seus pais”.
Para vencer nesse ambiente hostil e irresponsável é necessária uma verdadeira educação à castidade, que é a proteção do amor autêntico. E o período de namoro serve para isso: para que o casal cresça no conhecimento mútuo, elabore projetos comuns e adquira virtudes indispensáveis para a vida matrimonial. Se o casal vive bem esse período, sem chegar a ter intimidades próprias da vida matrimonial, passará por uma verdadeira escola de castidade e de fidelidade.
Constatamos que pecar contra a castidade antes do matrimônio é tão fácil quanto pecar contra a fidelidade dentro dele. Assim, estará mais preparado para viver a fidelidade quem se preparou bem antes, vivendo a castidade no namoro;

3. O amor matrimonial não se reduz a um exercício físico, mas é a comunhão total de vida.Certa vez, disse Chesterton: «Em tudo que vale a pena, até em cada prazer, há um ponto de dor ou tédio que deve ser preservado, para que o prazer possa reviver e durar. A alegria da batalha vem depois do primeiro medo da morte; a alegria em ler Virgílio vem depois do tédio de aprendê-lo; o brilho no banhista vem depois do choque gelado do banho do mar; e o sucesso do casamento vem depois da decepção com a lua-de-mel»[3].
O que diz esse autor, que foi um homem bem casado por muitos anos, é uma verdade comprovável. O prazer do ato sexual certamente existe, mas não é tudo na vida matrimonial. O ato sexual é, como todo ato humano, sempre ambíguo, pois ao mesmo tempo em que realiza quem o faz, causa certa frustração, porque o coração humano é feito para o infinito e não se contenta com atos singulares. Todo jovem deve reconhecer isso, que faz parte de todo processo de maturação, e o ideal é que isso ocorra dentro do matrimônio. Só quem supera a “decepção” inicial pode ser feliz no matrimônio, pois a felicidade vem de Deus, do amor fiel e responsável renovado diariamente em atos de doação mútua. O amor não é o mesmo que o prazer, mas é uma entrega voluntária e fiel, que supera todas as dificuldades.

4. Boa parte dos casais que fazem planos sérios de casamento acabam por se separar antes que isso se realize. Nem o namoro e nem o noivado dão ao casal o mesmo nível de comprometimento um com o outro que só dá o matrimônio. Por isso, quem tem relações sexuais antes do casamento corre o sério risco de se entregar a alguém com quem, ao fim, não se unirá sacramentalmente. E tal pecado sempre marca profundamente a alma e traz sérias consequências (principalmente afetivas), ainda que seja plenamente perdoado por Deus após uma boa Confissão.
Nos tempos atuais as pessoas “usam” o sexo como se fosse um jogo. E o que ocorre? Cada vez menos pessoas adquirem a capacidade de fazer escolhas definitivas, cada vez menos pessoas se casam. O ato matrimonial, ao qual Deus quis unir um prazer sensível, deve produzir um prazer superior, de natureza espiritual: a alegria de saber que se está cumprindo a vontade de Deus. E o ato de gerar um filho é algo de milagroso, no qual se dá a união das partes materiais provenientes dos pais e a criação de uma nova alma humana, diretamente por Deus. O prazer que os pais têm ao saber que estão colaborando com Deus é algo único.

A resposta à pergunta diz, portanto, que o amor não é somente um sentimento vago, nem mesmo se reduz ao prazer. Mas é algo bem prático e exigente, que implica a vontade concreta de colaborar com os planos de Deus, que concebeu o ato matrimonial como a expressão perfeita de uma doação integral de duas pessoas, um homem e uma mulher, colaborando assim com a mesma obra criadora de Deus.
[1] I Cor. 6,13 e 18; cfr.: Tob. 4,13; At, 21,25; Ef. 5,3.
[2] Cfr. Catecismo da Igreja Católica, § 2361-2363.
[3] Chesterton, O que há de errado no mundo, EditoraEcclesiae,Campinas2012

Hoje em dia o namoro está a perder seu real valor! Esta “onda” de ficar, de “passar uma noite juntos”, e o namoro é visto como caretice. Porém, no fundo do coração, todo mundo quer ter alguém e essas atitudes acabam por deixar as pessoas ainda mais sozinhas e psicologicamente feridas.Gosto sempre de dizer que quem fica com todo mundo acaba ficando sozinho,queridos jovens FICAR SÓ COM JESUS.
O namoro é tempo de conhecer e de aprender a amar! É momento de descobrir o outro, as afinidades, os defeitos. Enfim, é momento de entrar na história do outro e permitir que o outro também faça parte da sua vida! É um compartilhar!

E para você que é Cristão, o relacionamento envolve um compromisso entre os namorados e Deus! Um compromisso de buscar tudo o que Deus tem para um e para o outro como peregrinos nesta terra.
Durante o período de namoro, a convivência com a família e com os amigos também é importante! Pois, no relacionar-se é que o outro se mostra verdadeiramente!
Compartilhe com seu namorado a visão de namoro, de compromisso, de fidelidade, de casamento, os valores que cada um tem, e assim um coopera com o crescimento e amadurecimento do outro!
Mas qual é o momento certo para o namoro?

 O namoro tem um propósito em Deus e o momento certo é quando você já tem capacidade de diferenciar o que é bom e o que não é segundo os princípios evangélicos do namoro e do casamento. Pois o namoro é para o casamento. Apesar de muitas pessoas namorarem sem nem pensar isso. Só comece a namorar quando tiver certeza do porque namorar, e isso requer maturidade!
Maturidade para saber o caminho a seguir: para suportar as diferenças, sem causar traumas, evitar inseguranças que geram ciúmes, pois o amor não é possuir a pessoa, mas compartilhar uma história com ela. Faça uma lista de valores essenciais para seu namoro e enumere as características de um bom namorado para você. Isso facilitará suas escolhas e você terá mais força para não renunciar seus valores na escolha do outro. Algumas coisas, você pode e deve negociar! Mas do essencial, não abra mão só para ter alguém! Não fique cego por carência afetiva!

Tenha uma visão de futuro no seu namoro. Não é momento de se ter intimidade física, e sim uma aproximação para descobrir um ao outro como pessoa, como filho de Deus. Não é tempo de carícias íntimas e sim de dizer a verdadeira intenção ao outro.
Pelos frutos também se conhece a árvore: você está feliz, em paz e alegria no seu namoro? Isso é sinal de que este é um bom relacionamento! Mas se você briga, tem ciúmes, a família não aprova, estes não são bons frutos! Procure conversar e tente mudar, e se não conseguir é melhor não continuar, para não perder o respeito e não se machucar. Avalie sempre os rumos do seu namoro e se você não estiver satisfeito e feliz, é necessário rever os propósitos da relação!
A opinião dos pais e da família é muito importante! Porque querem o melhor para o filho! O namoro não pode dividir sua família e nem seu coração! Preste atenção no que sua família pensa do seu namoro!
E a castidade?

O sexo é para o casamento! É manifestação máxima do amor conjugal! O namoro é tempo de conhecer a alma, não o físico! O homem e a mulher somente se tornam uma só carne depois que se casam, não há como admitir a relação sexual, que é a maior intimidade entre homem e mulher, sem que haja o mútuo compromisso indissolúvel! Somente no casamento há um compromisso que não se desfaz!“A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos” (CIC § 2353).


Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (CIC §2356). O Sexo foi criado para o matrimonio,no matrimonio o sexo é sagrado,no namoro o sexo é profanado.Irmãos a Palavra de Deus é clara sobre a FORNICAÇÃO(sexo antes do matrimônio) veja:
Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem”quem as praticar não herdará o reino de Deus (Gálatas 5,19).
“Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (I Coríntios 6,13).
“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? (id. v.15)
“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (I Corinthuis 6,18).

“Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos” (Efésios 5,3).
E a Santa Igreja é clara o Namoro não é tempo de fazer experiência Sexual,mas de unir o coração e a alma para no Matrimonio unir o corpo.E precisamos ser claro que vive o SEXO NO NAMORO não deve se aproximar da SANTA EUCARISTIA sem antes se Confessar e ter o proposito de não Pecar.
Todas estas situações ofendem a dignidade do matrimónio; destroem a própria ideia de família; enfraquecem o sentido da fidelidade. São contrárias à lei moral: o acto sexual deve ter lugar exclusivamente no matrimónio; fora dele constitui sempre um pecado grave e exclui da comunhão sacramental.(CIC 2390)
2391. Hoje em dia, há muitos que reclamam uma espécie de «direito à experiência», quando há intenção de contrair matrimónio. Seja qual for a firmeza do propósito daqueles que enveredam por relações sexuais prematuras, «estas não permitem assegurar que a sinceridade e a fidelidade da relação interpessoal dum homem e duma mulher fiquem a salvo nem, sobretudo, que esta relação fique protegida de volubilidade dos desejos e dos caprichos»(143). A união carnal só é legítima quando se tiver instaurado uma definitiva comunidade de vida entre o homem e a mulher. O amor humano não tolera o «ensaio». Exige o dom total e definitivo das pessoas entre si (144).

O sexo é um elemento do casamento, primeiro o homem e a mulher deixam a casa dos pais, e depois se tornam um só corpo! E “deixar a casa do pais” significa: independência financeira, emocional, preparação para formar nova família.

E hoje as pessoas têm relacionamentos íntimos, mas uma intimidade só no sexo. As pessoas acham que conhecem a outra porque já tem relação sexual e que isso basta! O diálogo não existe, e a busca do namoro se torna só pelo prazer físico! Então se casam e depois acabam por se separar! Há uma banalização do corpo! E o nosso corpo é Obra de DEUS!! O nosso corpo é templo do Espírito Santo. Cada um é uma construção de Deus! Somos Santuários de Deus e o Espírito de Deus habita em vós! O santuário de Deus é santo e nós somos este santuário!

E isso não é só cultural, que você aprende, mas é princípio de Deus gravado no coração de todas as pessoas, todos nascem para a santidade e devem ser perfeito como Deus é. As leis de Deus ficam guardadas no coração e mesmo que os pais sejam liberais, ou que você pense isso ser o certo, você volta feliz e completo para casa depois de uma relação com seu namorado? Você se sente à vontade? Todos têm esta semente dentro de si! Você só precisa descobrir a verdade, e a verdade te libertará de toda escravidão do corpo!

Pare, pense e decida!
Caso fosse certo, precisaria de motel, de um lugar escondido?

 castidade é um treino, um controle dos desejos! Evite situações e momentos que facilitam a queda, que você e seu namorado possam querer uma intimidade a mais! Castidade é graça de Deus! Você não é um animal que não controla seus instintos! A sua cabeça está no alto do seu corpo para que seu corpo e seu comportamento sigam seus pensamentos e assim possa dominar o seu corpo! Portanto, a castidade tem um componente de decisão racional, e aí você dominará seus instintos e sentimentos!
Isso não é fácil, mas diga por hoje não! Dia a dia, como um alcoólatra, diz por hoje não vou beber! Quem vive a castidade, vive por amor a Deus e por graça de Deus! Mas é necessário que você decida viver a castidade e assim cooperar para que a graça de Deus opere em sua vida!
Você faz parte do Corpo de Cristo? Você se percebe como Igreja viva? Então preste atenção: quando você comete um pecado contra a castidade, você se suja e suja todo o Corpo de Cristo! Não seja causa de queda para o seu namorado! Como comungar o Corpo de Cristo e depois se comportar contrariamente a vontade dEle? Repense e coopere com a Graça de Deus!
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* A artimanha e astúcia do PT e da TERRORISTA DILMA ROUSSEF em aprovar o aborto no Brasil.


Por Carlos Alberto Di Franco*

Em pouco mais de dois meses, sob a proteção de um gritante silêncio, foi aprovado um projeto que abre portas para a ampliação do aborto no Brasil. Segundo informação do jornal interno da Câmara dos Deputados, a iniciativa partiu do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do PT
Em reunião com o  deputado Henrique Eduardo Alves, presidente da Câmara dos Deputados, em fevereiro deste ano, Padilha  pediu que, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, fosse votado no plenário da Câmara, em regime de urgência, o Projeto de Lei 60/1999. O projeto trata do atendimento prioritário nos hospitais à mulher vítima de violência.

Como resultado do acordo entre o ministro da Saúde e o presidente da Câmara, o deputado José Guimarães, irmão do deputado José Genoíno e líder do PT na Câmara, pediu a tramitação do projeto em regime de urgência.
Na ausência por motivo de viagem do deputado Henrique Eduardo Alves, a presidência da Câmara foi assumida pelo deputado André Vargas, secretário nacional de comunicação do PT.
O regime de urgência foi, então, aprovado por uma reunião de líderes das bancadas dos diversos partidos. Em seguida, no mesmo dia, o projeto foi emendado e apresentado ao Plenário da Câmara. O projeto foi aprovado no dia 5 de março. Três dias depois foi encaminhado para ser apreciado pelo Senado. Velocidade incomum para os padrões parlamentares.

No dia 10 de abril, já renomeado como Projeto de Lei Originário da Câmara 3/2013, ou PLC 3/2013, o texto foi aprovado pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, após leitura de relatório favorável da Senadora Ana Rita, do PT do Espírito Santo.
No dia 19 de junho, após relatório favorável da Senadora Angela Portela, do PT de Roraima, o projeto foi também aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado.
Finalmente, no dia 4 de julho, sem que houvesse sido apresentado um único pedido de emenda, o PLC 3/2013 foi aprovado no Plenário do Senado e, em seguida, encaminhado à Presidência da República para ser sancionado.

O texto, estrategicamente, evita mencionar a palavra aborto, mas abre atalhos para sua ampla ampliação. O projeto, na sua formulação conceitual e na sua tramitação política, foi conduzido com muita esperteza, mas também com notável autoritarismo. Um tema  sensível foi conduzido de costas para a sociedade. Vamos analisar o texto, amigo leitor.

O artigo primeiro afirma que os hospitais, – todos os hospitais, sem que aí seja feita nenhuma distinção -, “Devem oferecer atendimento emergencial e integral decorrentes de violência sexual, e o encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social”.

Atendimento emergencial significa o atendimento que deve ser realizado imediatamente após o pedido, não podendo ser agendado para uma data posterior. Colocou-se no mesmo pacote o aborto terapêutico e o aborto por estupro. O atendimento integral significa que nenhum aspecto pode ser omitido, o que por conseguinte subentende que se a vítima de violência sexual estiver grávida, deverá ser encaminhada aos serviços de aborto. Os serviços de assistência social aos quais a vítima deve ser encaminhada, que não eram mencionados no projeto original, são justamente os serviços que encaminharão as vítimas aos serviços de aborto ditos legais. É todo um jogo malandro de palavras que conduz a um objetivo bem determinado: escancarar janelas para o aborto no Brasil.
Portanto, uma vez o projeto sancionado, todos os hospitais do Brasil serão obrigados a encaminhar as vítimas de violência à prática do aborto. O projeto não contempla a possibilidade da objeção de consciência.

O artigo segundo define que, para efeitos desta lei, “Violência sexual é qualquer forma de atividade sexual não consentida”. A expressão “Tratamento do impacto da agressão sofrida”, constante do artigo primeiro do texto original, foi suprimida e substituída por “Agravos decorrentes de violência sexual”, para deixar claro que a violência sexual não necessita ser configurada por uma agressão comprovável em um exame de corpo de delito. Uma vez que o projeto não especifica nenhum procedimento para provar que uma atividade sexual não tenha sido consentida, e o consentimento é uma disposição interna da vítima, bastará a afirmação da vítima de que ela não consentiu na relação sexual para que ela seja considerada, para efeitos legais, vítima de violência e, se ela estiver grávida, possa exigir um aborto ou o encaminhamento para o aborto por parte de qualquer hospital.

O inciso quarto do artigo terceiro menciona, ainda, como obrigação de todos os hospitais, em casos de relação sexual não consentida, “a profilaxia da gravidez“.  O termo é novo. Foi estrategicamente plantado neste projeto de lei. Terá que ser regulamentado ou interpretado.

O projeto, tramitado com velocidade surpreendente e sob um silêncio antidemocrático, configura uma violência. O brasileiro é a favor da vida. Não se trata apenas de uma opinião, mas de fato medido em reiteradas pesquisas. A defesa da vida, da liberdade e dos direitos das minorias, tão duramente conquistados, compõem o mosaico da nossa cidadania.
A presidente Dilma Rousseff, em 2010, empenhou sua palavra ao rejeitar qualquer iniciativa do seu governo em favor da implantação do aborto. (porem sancionou o projeto )
As passeatas mostram o nascimento de um novo Brasil. Os cidadãos exigem transparência dos seus governantes e liberdade para manifestar seus pontos de vista. E o que está em jogo não é coisa pequena. É a preservação de um valor fundamental: o direito à vida.

*Diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais – IICS (www.iics.edu.br) e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Congresso deve revogar lei sancionada por Dilma que abre as portas do Aborto.




Deputado confessa que ele e muitos de seus colegas foram enganados na aprovação do projeto pró-aborto
Prof. Hermes Rodrigues Nery (*)

No dia seguinte à vigília e ato de desagravo ocorridos em frente ao Palácio do Planalto, em Brasília, o deputado federal Eduardo Cunha deu entrada no Congresso Nacional de Projeto de Lei revogando a Lei 12.845/2013, sancionado pela Presidente Dilma Roussef, com vistas de abrir brechas na legalização do aborto no País, como distribuição da pílula do dia seguinte etc., com recursos públicos. Segue a íntegra do referido Projeto de Lei:

PROJETO DE LEI Nº 6033/2013
(Do Senhor EDUARDO CUNHA)

Revoga a Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013.


O CONGRESSO NACIONAL decreta:


Art. 1º Revoga-se a Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013.

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

A sanção da Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013, provocou uma polêmica na sociedade acerca de estímulo a prática de aborto.

É sabido que não houve o debate apropriado do tema e a Câmara dos Deputados votou a matéria desconhecendo o seu conteúdo e a profundidade do seu alcance, sendo assim é preciso à imediata revogação desta Lei.

Sala das Sessões, em 6 de agosto de 2013
Deputado EDUARDO CUNHA
PMDB/RJ

“Atuarei em duas frentes em relação ao assunto - explica Eduardo Cunha - ou seja, a sanção do PLC 3/2013: primeiramente, apresentarei um projeto de lei revogando essa lei sancionada e em toda medida provisória editada apresentarei emenda com mesmo teor para revogar essa lei.
A segunda ação será pedir para que parlamentares que defendem a vida e são contra o aborto me acompanhem nessa luta para derrubarmos essa lei contra a vida. São parlamentares que também foram enganados. Fomos todos enganados na boa fé, mas isso não tira a responsabilidade de todos nós, inclusive a minha. Quem for a favor da vida nos acompanhe”.
E acrescentou:
“Esse projeto foi pedido na Semana da Mulher. Foi vendido como sendo uma resposta para defesa das mulheres, e todos não tiveram cuidado de examinar a armadilha nele contida no artigo que falava da profilaxia. Em segundos, a proposta passou em votação simbólica pela Câmara e foi para o Senado, onde ficou adormecido e de repente foi aprovado sem que ninguém percebesse. Quando saiu para a sanção, aí que perceberam que todos foram enganados e pediram o veto presidencial, infelizmente não atendido”.
Concluiu dizendo:
“Eu, sinceramente, peço perdão a DEUS por ter sido enganado e não ter visto a trama que armaram contra a vida. Farei tudo que estiver ao meu alcance para tentar reverter esse lamentável quadro”.
A luta agora será intensificar a pressão nos parlamentares pela revogação da lei, para que seja garantida a inviolabidade da vida humana, desde a concepção, em nosso País. Além da revogação, tramita ainda no Congresso, o Estatuto do Nascituro e a PEC pela Vida. no Estado de São Paulo, está para ser ser entregue na Assembléia Legislativa, projeto de iniciativa popular contra o aborto.
__________________

(*) Hermes Rodrigues Nery é Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté.

Testemunho de conversão de uma Bruxa à fé católica: chave foi o “Rondador Noturno” e o RPG.


Pablo Ginés/ReL

Foi bruxa por quinze anos, mas as novelas de terror e um super-herói católico a levaram à Igreja
Tudo começou com um livro da seção de Astrologia e terminou com um jogo de RPG: o personagem de Rondador Noturno lhe deu a chave.
Libby Edwards é uma mulher que nasceu no Halloween e foi, desde os 20 aos 35 anos, neo-pagã e bruxa. Realizava rituais, organizava eventos pagãos e praticava talentos “ocultos” (no sentido de sobre-naturais): “Eu parecia ter um dom particular para a adivinhação e o trato com os mortos, e aprendi a curar e a maldizer, mesmo que decididamente tinha mais êxito com o segundo que com o primeiro”.

Como chegou a isso? Pelos livros. E como saiu dali? Pelas novelas, os quadrinhos, os jogos de RPG e a graça de Deus, “que veio para buscar-me onde eu estava”.
Uma jovem sem igreja
Libby nasceu nos Estados Unidos em uma família de cultura protestante. Quando a família se mudou para Carolina do Norte, tendo ela 8 anos, adotou o mormonismo, devido à calorosa acolhida de uma comunidade mórmon do lugar. Mas com o passar do tempo, quando ela já era estudante, sua família não era praticante. “Eu era a típica adolescente sem igreja, mais interessada em gostar de pessoas do que em cultivar uma relação com Deus”, recorda.
Tinha amigos cristãos e durante um tempo saiu com um noivo protestante, da ‘Church of God’. Ela evidenciava um certo interesse pelo espiritual e algumas vezes ia às igrejas de seus amigos se a convidavam.

Com o catolicismo tinha então só dois laços: as novelas e películas de terror, como ‘O Exorcista’, e uma família de conhecidos, bastante tíbios mas que a fascinavam igualmente, porque “tinham uma gaveta cheia de rosários que nunca rezavam”.
“Nunca havia visto um rosário na vida real e o fato de que tivessem toda uma coleção e nem sequer o usassem me parecia sem sentido. Eu não sabia o que significava rezar o rosário, mas sabia que era algo especial”, explica.

“Eu podia ser bruxa de verdade”
No verão que completou 20 anos, Libby estava buscando novelas de fantasia ou ficção científica na livraria. Não encontrou nada interessante mas justamente ao lado dessa seção estava a de Nova Era e Astrologia, “onde um livro de bruxaria cativou minha atenção. A capa era idiota, o título mais ainda, mas para uma garota impressionável de 20 anos com um amor pelas coisas obscuras e misteriosas e uma ânsia profunda por qualquer coisa espiritual, as promessas da capa do livro despertavam um acorde que ressoava com intensidade. A bruxaria não era só um conto de fadas! Tampouco era adorar o demônio. Só tinha que comprar esse livro e também eu poderia ser uma bruxa de verdade”.

Comprou e o leu fascinada. Estudou suas lições. Começou a conversar com outras pessoas “de minha nova fé recém encontrada”. Não passou muito antes que seu guarda-roupa tivesse uma só cor: o negro. Comprou numerosos pentagramas de prata. Criou um círculo de amizades neo-pagãs. “Encontrei mestres com experiência do mundo real para que me ajudassem e lia sem cessar qualquer coisa relacionada com a Arte ["the Craft", a arte da magia] que caísse em minhas mãos”.
“Pratiquei a bruxaria neo-pagã durante 15 anos. Como ativa solitária e também como membro de um ‘coven’ [grupo ou comunidade de bruxos que se reunem e fazem rituais juntos]. Organizei eventos pagãos e tinha uma extensa rede online”, enumera Libby.

Maldição é mais fácil que cura
Talvez por seu nascimento no Halloween, parecia ter mais facilidade para o “trato com os mortos” e a adivinhação. E comprovou que a magia de maldição se dava melhor que a de cura. “Não creio que isto fosse uma coincidência. Uma das grandes frases neo-pagãs e um argumento que usam os bruxos para defender sua fé é que se centra, supostamente, na magia positiva, mas tem pouca base na realidade. Dizer ´não danes a ninguém, faça como quiser´, rapidamente se descarta pelo bruxo que não pode impedir, nem pode curar!”.
Libby se dava conta que a permissividade moral do neo-paganismo era radical. “É uma espécie de hedonismo rodeado de fé”, disse. Decidiu livrar-se de seus restos de cultura cristã, buscar uma “liberdade” que violasse os pontos morais de origem cristã que ainda tinha. “Agora praticar a magia era o menor de meus problemas, havia adotado uma visão do mundo que me fazia caminhar sobre uma corda frouxa espiritual sem rede de segurança”, explica.
Envolvida em seus rituais e focada no hedonismo, Libby não se deu conta de que Deus ia tecer sua rede “buscando-me de forma surpreendente”.

Quando vem o mal real a quem chamas?
Ela seguia lendo novelas de terror e desfrutava dos filmes de medo. “Eu me dei conta de que quando um mal real ameaça estas histórias, ninguém chama o pastor protestante local nem ao mabo vudú nem a sacerdotisa pagã, na qual estamos. Chamam a Igreja católica”, afirma.
Una vez disse a um amigo que “se algo maligno se manifestasse em minha casa, chamaria um padre católico local antes de uma sacerdotisa wicca”. Disse meio em gozação. Mas não de tudo. “Havia um poder e autoridade na Igreja católica que reconhecia inconscientemente inclusive naquela época”.
O ‘Rondador Noturno’ esteve uma temporada estudando para ser seminarista, já com ‘clergyman’ e tudo, mas não continuou porque não lhe deixavam ser super-herói, que era sua verdadeira vocação… Também desfrutava lendo quadrinhos. “Meu super-herói preferido era um mutante azul, com cola e dependente, pirata com espada, dos X-Men. Seu nome é Rondador Noturno, e era católico devoto, talvez o único católico devoto que protagoniza quadrinhos. Era algo novo em minha experiência até então: um católico enamorado de Deus e feliz por isso”, explica.

Estudar para o jogo de RPG
Sua outra afeição era o jogo de RPG. Jogava o RPG de super-heróis Marvel e só fazia interpretar o seu personagem preferido, Rondador Noturno. Como muitos jogadores de RPG, que são um tipo de pessoas com impulsos criativos, também escrevia relatos de fantasia ou terror, que às vezes publicava a nível semi-profissional. E uma ou outra vez os personagens tendiam a ser católicos. E para interpretar um católico, seja em um jogo de RPG ou em um relato, Libby decidiu documentar-se. Nas partidas de RPG, por exemplo, os personagens inimigos, ou outros jogadores, podiam criticar a fé de seu super-herói católico. Com que argumentos responderia ele?
Então Libby, a bruxa neo-pagã, se pôs a ler apologética católica. E o Catecismo!
Beleza… e Verdade
“E comecei a perguntar se havia estado deslocada desde o princípio. Mais me encantava todo a roupagem da Igreja: os odores, as campainhas, a arte, a música, a grandeza dos rituais, algo menos surpreendente dado meu similar amor por essas roupagens no neo-paganismo. Mas comecei a ver a VERDADE na apologética. Verdade dura, mas verdade. Os rituais e feitiços da Arte pareciam baratos em comparação, meras sombras da Verdade, e eu tinha fome por algo real”.
Libby se inscreveu no curso de iniciação cristã para adultos que se ensinava em sua paróquia local, muito comum nas igrejas católicas dos Estados Unidos. “Eu me dei um ano. Levou menos. Eu já era Sua”, disse.
Não é que fosse fácil, sobretudo nos hábitos morais. “Passava de uma religião de extrema permissividade a uma religião que era exigente de verdade comigo”, reconhece. Mas Libby cita o cardeal Newman: “Aprofundar na história ou seja de ser protestante, e em meu caso, também deixar de ser pagã”.

O poder do Espírito Santo
Esta conversão intelectual se viu completada na Semana Santa com uma experiência mística. “Eu me fiz católica de coração. Experimentei Deus no Espírito Santo, de uma forma muito real, que mudou minha vida, e deixei para trás o paganismo. Esse foi o momento no qual me enamorei de Deus e não quis mais separar-me d’Ele”.
Foi batizada na Vigília Pascal de 2010. “Agora minha vida é mais simples, mais formosa e mais pacífica, do que quando estava debaixo do paganismo. A verdadeira liberdade descansa em Deus”, explica em seu testemunho em ‘WhyImCatholic.com’.