quarta-feira, 2 de março de 2011

Carnaval Festa da Carne!!!

Padre Divino Antônio Lopes: Carnaval festa de satã

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26.01.2010 - É MENTIROSO aquele que diz que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA
Carnaval é tempo dos espetáculos profanos, dos bailes de mascarados, das danças e orgias que se multiplicam nas vésperas da Quaresma, mormente nos três dias antes da Quarta-feira de Cinzas. Perder tempo, exagerar as despesas, fazer da barriga seu deus, fingir que está alegre, encher a alma com imagens e pensamentos indecentes, avivar o fogo das paixões, atirar-se de caso pensado aos maiores perigos... não será isto diretamente oposto ao Cristianismo que prescreve o bom uso do tempo, prudente economia, a temperança, a vigilância nos sentidos, a mortificação das paixões e a fuga dos perigos? Deixam após si, estes dias de pecados: tantas vítimas de impureza, de embriaguez e milhares de famílias na vergonha e na miséria.
Quisera a Igreja Católica preparar seus filhos à penitência, e por isso lhes lembra, nesta fase, os sofrimentos de Jesus Cristo. Não negará esta boa Mãe, aquele que passa estes dias na dissipação? Com que cara podem católicos assim dizer-se discípulos de Cristo e filhos da Igreja Católica, que sempre condenou tais desordens? Não digam que não fazem mal! Será pouco mal esbanjar tempo e dinheiro, estragar a saúde, expor a honra e a inocência a perigos onde tantas vezes naufragam? Não se desculpem com a necessidade do descanso: estarão, porventura, bem descansados no dia seguinte? Serão descansos, divertimentos que arruínam a saúde do corpo e da alma?
Fugi, católicos, de tão perigosos passatempos! Seja vosso gosto trabalhar, combater e sofrer com Jesus Cristo, neste mundo, para, com Ele, gozar eternamente no Céu. Quem pula carnaval grita: SOLTA BARRABÁS e CRUCIFICA JESUS CRISTO.
O CARNAVAL é a festa do demônio e o desfile do inferno.
O CARNAVAL é a festa do nudismo e da bebedeira.
O CARNAVAL é a festa da prostituição e da destruição das famílias.
O CARNAVAL é a festa da fornicação e da exaltação do homossexualismo.
O CARNAVAL é a festa das drogas e do assassinato.
O CARNAVAL é a festa do barulho.
O CARNAVAL exalta o mal e ridiculariza o bem.
O CARNAVAL é a festa do pecado. Nela, o demônio laça milhões de almas para o seu exército.
Nessa festa do inferno, milhares de crianças perdem a inocência e milhares de jovens perdem a virgindade.
Ai daquele que PROMOVE o CARNAVAL! Melhor seria se não tivesse nascido! “... ai do homem pelo qual o escândalo vem!” (Mt 18, 7).

Os SANTOS e o CARNAVAL

Santa Faustina Kowalska diz: “Nestes dois últimos dias de carnaval, conheci um grande acúmulo de castigos e pecados. O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos nestes dias. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista” (Diário, 926).
Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.

Santa Margarida Maria Alacoque escreve: “Numa outra vez, no tempo de carnaval, apresentou-me, após a santa comunhão, sob a forma de Ecce Homo, carregando a cruz, todo coberto de chagas e ferimentos. O Sangue adorável corria de toda parte, dizendo com voz dolorosamente triste: Não haverá ninguém que tenha piedade de mim e queira compadecer-se e tomar parte na minha dor no lastimoso estado em que me põem os pecadores, sobretudo, agora?” (Escritos Espirituais).

Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.
São Francisco de Sales dizia: “O carnaval: tempo de minhas dores e aflições”. Naqueles dias, esse santo fazia o retiro espiritual para reparar as graves desordens e o procedimento licencioso de tantos cristãos.
Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.

São Vicente Ferrer dizia: “O carnaval é um tempo infelicíssimo, no qual os cristãos cometem pecados sobre pecados, e correm à rédea solta para a perdição”.
Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.

O Servo de Deus, João de Foligno, dava ao carnaval o nome de: “Colheita do diabo”.
Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.
Santa Catarina de Sena, referindo-se ao carnaval, exclamava entre soluços: “Oh! Que tempo diabólico!”
Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.
São Carlos Borromeu jamais podia compreender como os cristãos podiam conservar este perniciosíssimo costume do paganismo.
Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.

Santo Afonso Maria de Ligório escreve: “Não é sem razão mística que a Igreja propõe hoje à nossa meditação, Jesus Cristo predizendo a sua dolorosa Paixão. Deseja a nossa boa Mãe que nós, seus filhos, nos unamos a ela na compaixão de seu divino Esposo, e o consolemos com os nossos obséquios; porquanto, os pecadores, nestes dias mais do que em outros tempos, lhe renovam os ultrajes descritos no Evangelho. Nestes tristes dias os cristãos, e quiçá entre eles alguns dos mais favorecidos, trairão, como Judas, o seu divino Mestre e o entregarão nas mãos do demônio. Eles o trairão, já não às ocultas, senão nas praças e vias públicas, fazendo ostentação de sua traição! Eles o trairão, não por trinta dinheiros, mas por coisas mais vis ainda: pela satisfação de uma paixão, por um torpe prazer e por um divertimento momentâneo. Uma das baixezas mais infames que Jesus Cristo sofreu em sua Paixão, foi que os soldados lhe vendaram os olhos e, como se ele nada visse, o cobriram de escarros, e lhe deram bofetadas, dizendo: Profetiza agora, Cristo, quem te bateu? Ah, meu Senhor! Quantas vezes esses mesmos ignominiosos tormentos não Vos são de novo infligidos nestes dias de extravagância diabólica? Pessoas que se cobrem o rosto com uma máscara, como se Deus assim não pudesse reconhecê-las, não têm vergonha de vomitar em qualquer parte palavras obscenas, cantigas licenciosas, até blasfêmias execráveis contra o Santo Nome de Deus. Sim, pois se, segundo a palavra do Apóstolo, cada pecado é uma renovação da crucifixão do Filho de Deus. Nestes dias Jesus será crucificado centenas e milhares de vezes” (Meditações).

Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.
Santa Teresa dos Andes escreve: “Nestes três dias de carnaval tivemos o Santíssimo exposto desde a uma, mais ou menos, até pouco antes das 6 h. São dias de festa e ao mesmo tempo de tristeza. Podemos fazer tão pouco para reparar tanto pecado...” (Carta 162).
Católico, diante do escrito acima, pode-se dizer que o CARNAVAL é uma BRINCADEIRA? Não! Ele é realmente a FESTA de SATANÁS.
CATÓLICO, não FIQUE de BRAÇOS CRUZADOS, mas PROTESTE contra essa FESTA do DEMÔNIO!

Savonarola e o protesto contra o carnaval
Conta-se que, em represália aos excessos do carnaval florentino, organizou Savonarola em 1496 uma procissão de 10.000 jovens, que desfilou pelas ruas principais da cidade cantando hinos religiosos de penitência. Chegando a uma praça, onde se erguera uma grande pirâmide de livros maus, recolhidos com antecedência, a um sinal dado, colocaram-lhes fogo. Ao mesmo tempo soavam as trombetas da “Signoria”, repicavam os sinos de São Marcos e a multidão prorrompia em aclamações. Encerrou-se a função com uma missa solene no meio da praça, onde foi erguido um grande Crucifixo.
Será que os Excelentíssimos senhores Bispos e os Reverendíssimos senhores padres fazem o mesmo hoje? Será que possuem essa coragem e convicção?

São Pedro Claver e o carnaval
Um oficial espanhol viu um dia São Pedro Claver com um grande saco às costas.
— Padre, aonde vai com esse saco?
— Vou fazer carnaval; pois não é tempo de folgança?
O oficial quer ver o que acontece: acompanha-o.
O Santo entra num hospital. Os doentes alvoroçam-se e fazem-lhe festa; muitos o rodeiam, porque o Santo, passando com eles uma hora alegre, lhes reparte presentes e regalos até esvaziar completamente o saco.
— E agora? – pergunta o oficial.
— Agora venha comigo; vamos à igreja rezar por esses infelizes que, lá fora, julgam que têm o direito de ofender a Deus livremente por ser tempo de carnaval.

Santo Afonso Maria de Ligório e o carnaval
“Por este amigo, a quem o Espírito Santo nos exorta a sermos fiéis no tempo da sua pobreza, podemos entender que é Jesus Cristo, que especialmente nestes dias de carnaval é deixado sozinho pelos homens ingratos e como que eduzido à extrema penúria. Se um só pecado, como dizem as Escrituras, já desonra a Deus, o injuria e o despreza, imagina quanto o divino Redentor deve ficar aflito neste tempo em que são cometidos milhares de pecados de toda a espécie, por toda a condição de pessoas, e quiçá por pessoas que lhe estão consagradas. Jesus Cristo não é mais suscetível de dor; mas, se ainda pudesse sofrer, havia de morrer nestes dias desgraçados e havia de morrer tantas vezes quantas são as ofensas que lhe são feitas.
É por isso que os santos, a fim de desagravarem o Senhor de tantos ultrajes, aplicavam-se no tempo de carnaval, de modo especial, ao recolhimento, à penitência, à oração, e multiplicavam os atos de amor, de adoração e de louvor para com o seu Bem-Amado. No tempo do carnaval, Santa Maria Madalena de Pazzi passava as noites inteiras diante do Santíssimo Sacramento, oferecendo a Deus o sangue de Jesus Cristo pelos pobres pecadores. O Bem-aventurado Henrique Suso guardava um jejum rigoroso a fim de expiar as intemperanças cometidas. São Carlos Borromeu castigava o seu corpo com disciplinas e penitências extraordinárias. São Filipe Néri convocava o povo para visitar com ele os santuários e realizar exercícios de devoção. O mesmo praticava São Francisco de Sales, que, não contente com a vida mais recolhida que então levava, pregava ainda na igreja diante de um auditório numerosíssimo. Tendo conhecimento que algumas pessoas por ele dirigidas, que se relaxavam um pouco nos dias de carnaval, repreendia-as com brandura e exortava-as à comunhão frequente.

Numa palavra, todos os santos, porque amaram a Jesus Cristo, esforçaram-se por santificar o mais possível o tempo de carnaval. Meu irmão, se amas também este Redentor amabilíssimo, imita os santos. Se não podes fazer mais, procura ao menos ficar, mais do que em outros tempos, na presença de Jesus Sacramentado ou bem recolhido em tua casa, aos pés de Jesus crucificado, para chorar as muitas ofensas que lhe são feitas.
O meio para adquirires um tesouro imenso de méritos e obteres do céu as graças mais assinaladas, é seres fiel a Jesus Cristo em sua pobreza e fazer-lhe companhia neste tempo em que é mais abandonado pelo mundo. Como Jesus agradece e retribui as orações e os obséquios que nestes dias de carnaval lhe são oferecidos pelas suas almas prediletas!” (Meditações).

CARNAVAL: Semana de FOLIA desenfreada
No tempo do carnaval, Nosso Senhor Jesus Cristo renova a sua sangrenta Paixão; por isso, Ele repete com toda verdade as suas palavras dilaceradoras: “Troçarão de mim, cuspir-me-ão no rosto, matar-me-ão na cruz”.
Todos os pecados de gula não são, porventura, o cálice amargo renovado para Ele?
Todas as imodéstias no vestir, os olhares impuros, as ações obscenas não repetem porventura o despimento das suas vestes e a sua bárbara flagelação?
E as máscaras que escondem o rosto para não sentir o rubor de certas baixezas, não são semelhantes às vendas por dentro das quais os soldados escondem a cabeça majestosa de Deus, para ficarem mais livres de injuriá-lo?

E toda blasfêmia, e todo grito imundo, e todo riso descomposto, não assemelham às cusparadas com que foi conspurcada a face do Senhor?
Sim! Para Jesus a semana do carnaval é uma nova semana da Paixão; e os pecados do carnaval pesam-lhe nos ombros, como um dia lhe pesou a cruz na qual devia morrer.
Por sorte, neste mundo não há apenas judeus, nem apenas soldados brutais cujo mau coração se alegra com martirizar um inocente, nem todos são como Pilatos, nem todos são como Herodes ou Caifás: há também almas boas, como Verônica, que enxugam o rosto do Salvador das lágrimas e do sangue; há também homens generosos, como Cireneu, que o ajudam a carregar a sua cruz.
Nunca, como na semana do carnaval, Jesus é feito sinal de contradição: de um lado a loucura desenfreada, de outro o amor fiel.

Terrível é a semana do carnaval. Nela as almas, como numa carruagem, voam ansiosas aos prazeres pecaminosos. Do fundo delas uma voz se levanta e protesta: “Pára: na estrada destes divertimentos há estendido o Corpo de Cristo, teu Rei, morto na cruz”. “Não importa! Respondem elas. – Contanto que eu possa desfrutar, avante...!” E passam adiante, e, com o calcanhar pisam as mãos chagadas, os pés chagados e o coração chagado do Crucificado.
Mas é uma necessidade divertirmo-nos um pouco, antes de entrarmos nos dias severos da quaresma. Os que assim argumentam são, pois, aqueles que transgridem todos os jejuns, as penitências e as orações do tempo quaresmal. E, além disso, como podem chamar-se divertimentos as embriaguezes, as noitadas, os bailes e todas as desonestidades com e sem máscara? “Não divertimentos – clama São João Crisóstomo – mas sim, pecados e delitos”.
Bem acertaram os Padres antigos quando disseram que a barafunda do carnaval é uma invenção do diabo. E que os que se chafurdam dentro dela são todos cristãos que, na prática ao menos, querem desbatizar-se. Quando eles foram levados à pia sagrada, o ministro de Deus lhes disse: “Renuncias ao demônio e às suas pompas?” “Renuncio”, foi respondido. Mas eis que nestes dias, muitíssimos arrancam do seu coração as renúncias e o batismo, e, tornados pagãos, lançam-se no culto dos sentidos e nas pompas demoníacas.
Há outros que argumentam assim: “Não acho nada de mal em ir a certas representações, aos clubes dançantes ou cantantes, aos bailes de máscaras...”
Pobres católicos! Mister faz realmente dizer que perderam o senso do bem e do mal.
Tertuliano conta um episódio que pode nos ensinar muitíssimo, mesmo nos nossos dias. Uma senhora, apenas entrando em certo teatro, foi invadida pelo demônio. Arrastada perante o Bispo, este, exorcizando-a, forçou o Espírito maligno a dizer por que ousara molestar aquela mulher, que era boa e religiosa. “Se fiz isto – respondeu o demônio – tinha o direito de fazê-lo. Invadi-a porque a surpreendi no que é meu” (De Spect., cap. 26).

Pensai então, católicos, que pecado cometem esses pais indignos que levam seus filhos pequenos às reuniões carnavalescas, ou a elas deixam ir suas filhas! Aquelas mães da Síria que lançavam as suas criaturas na boca inflamada do deus Baal, no dia do juízo terão mais misericórdia do que estas mulheres cristãs que lançam seus filhos na boca ardente do fogo eterno.
Elas não têm tempo nem vontade de lavá-las aos Sacramentos de Deus, e, no entanto, permitem que elas vão – ou, pior, as acompanham – aos sacramentos do demônio. Assim chamava Santo Agostinho aos divertimentos carnavalescos, porque, em vez de nos fazerem amigos de Deus, eles nos fazem amigos do demônio; em vez de nos darem a graça, dão-nos a desgraça; em vez de nos abrirem a porta do Paraíso, escancaram-nos a porta do inferno.
Quanto às máscaras, direi só uma coisa: “A primeira pessoa neste mundo a mascarar-se foi Satanás, quando se disfarçou sob a forma de serpente, para arruinar Eva e todos nós que viemos depois” (Pe. João Colombo).

Santo Ambrósio exortava, no princípio do carnaval, aos católicos do seu tempo da seguinte maneira.
O herói Ulisses, voltando de Tróia conquistada, devia passar pela ilha das sereias: dali elevava-se sempre uma canção fascinante, aliciadora e irresistível. Mas todo nauta que cedia à lisonja daquela música ia à ruína; e o recife já estava todo branco de ossadas humanas. Para vencer a tentação, o astuto herói fez-se amarrar ao mastro da nau, e pediu aos companheiros que não o desamarrassem senão depois de passado o perigo. Só assim pôde salvar e rever Ítaca, seu reino e seu domicílio.
Católicos, o carnaval pode ter para nós uma voz de sereia, irresistivelmente aliciadora: quem cede vai de encontro aos brancos escolhos da eterna ruína. Amarremos nossa alma ao mastro da Cruz da qual pende Deus que morre pela nossa salvação; meditemos o seu gemido e também nós nos salvaremos de todo perigo.
CARNAVAL: água lodosa
Na História Sagrada conta-se o caso de uma cidade onde as águas se haviam tornado lodosas e impotáveis. Os habitantes correram ao profeta Eliseu, que, mandando trazer a si um vaso cheio de sal derramou-o nas fontes poluídas. Desde esse momento as águas tornaram a fluir límpidas e potáveis (2 Rs 2, 19-21).
No tempo do carnaval, as águas do mundo tornam-se realmente lodosas, e exalam miasmas pestíferas de corrupção. Os bons católicos forçados a viver no meio dele estão em grave perigo de contágio, se não recorrerem à desinfecção. E eis que a Santa Igreja imita o gesto do profeta Eliseu, e com maternal preocupação derrama nas almas o sal que purifica e que preserva. Este sal é a lembrança da Paixão de Nosso Senhor.
Num trecho do Evangelho, Nosso Senhor prediz aos Apóstolos a sua crucifixão iminente. O Mestre ia para a Páscoa em Jerusalém, e sabia que fazia uma viagem sem retorno na sua vida. Ao longo da estrada Ele tomou à parte os Doze e levantou para eles o véu que ocultava o seu fim próximo. “Chegado é o momento em que as profecias sobre o Filho do homem devem verificar-se. Dentro em pouco Ele será dado em poder dos romanos: e eis que já vejo que o escarnecem, que lhe cospem no rosto, que o flagelam até o sangue; depois de o flagelarem, conduzem-no à morte. Contudo, não passarão três dias e Ele ressuscitará”.
Destas misteriosas e dolorosas previsões os Apóstolos não compreendiam nada; se alguma coisa compreendiam, não queriam acreditá-la, tanto ela lhes parecia horrível. Eram cegos na alma como o era no corpo o infeliz que eles haviam encontrado nas vizinhanças de Jericó, ao qual Jesus dera a vista com um milagre.

Também os Apóstolos se lhes abririam depois os olhos para entenderem o mistério da cruz. Também os nossos olhos foram abertos à luz da fé. Por isso, na terça-feira, que o mundo chama “gorda” por causa dos prazeres sensuais e das loucas alegrias a que muitos se abandonam, refletindo nas palavras do Senhor sobre a sua paixão, devemos sentir-nos comovidos. Deve jorrar-nos do coração a prece de Santo Agostinho: “Senhor, faze-me sentir toda a tua dor e todo o amor que experimentaste na tua paixão: toda a dor, para que eu aceite toda a minha dor neste mundo; e todo o amor para que eu recuse todo amor mundano”.

O que deve ser feito nos DIAS da FESTA de SATANÁS, isto é, do CARNAVAL?
1. Mortificar a língua, isto é, conversar moderadamente.
2. Jejuar. Evitar comer carne, frutas, doces e refrigerantes.
3. Não olhar programas televisivos.
4. Meditar a Sagrada Paixão de Nosso Senhor em São Mateus, São Marcos, São Lucas e São João.
5. Participar da Santa Missa todos os dias e oferecer a Comunhão reparadora.
6. Visitar a Jesus Sacramentado aos menos 5 vezes ao dia.
7. Rezar o Santo Terço diante do crucifixo.
8. Confessar-se.
9. Não participar da maldita “Cristoteca” nem do “Carnaval de Jesus”. Quem promove essas COISAS, usa do MANTO e do NOME SANTÍSSIMO de JESUS para esconder as suas paixões vergonhosas.
Anápolis, 01 de janeiro de 2009
Fonte: http://www.recadosaarao.com.br
Fonte: Rainha Maria

terça-feira, 1 de março de 2011

O KIT GAY DE DILMA E LULA

Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias?

Em vez de questionar distribuição de kits gays para crianças de escola, jornal Estadão questiona distribuição de Bíblias em universidade evangélica

Julio Severo
A Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias para seus próprios estudantes? No que depender dos sentimentos do jornal Estadão, a resposta parece ser sim, de acordo com uma matéria tendenciosa que diz:
Os calouros da Universidade Presbiteriana Mackenzie ganharam no segundo dia de aulas um kit contendo mochila e uma Bíblia com o logotipo da instituição. “É desejo do Mackenzie que você encontre aqui não só conhecimento humano, mas que você conheça a Deus, relacione-se com ele e encontre alegria nesse relacionamento”, diz a universidade no texto de apresentação.
Além do Antigo e do Novo Testamento, o livro, em formato de bolso, traz informações sobre a Igreja Presbiteriana do Brasil, que controla o instituto responsável pelo colégio e pela universidade — descrita como “cristã, fiel à cosmovisão reformada e, ao mesmo tempo, comprometida com um ensino de qualidade, em ambiente de liberdade acadêmica e ausência de discriminação”.
Os novos alunos também foram recebidos pela direção, coordenações de curso e professores. Um dos que deram as boas-vindas foi o reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, chanceler do Mackenzie. Em novembro, a universidade publicou em seu site um manifesto assinado pelo líder religioso em que ele se posiciona contra a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, cujo objetivo é criminalizar a homofobia.
Após polêmica na internet e entre seus alunos, a universidade retirou do ar o texto do chanceler. Ele estava no site para “servir de orientação à comunidade acadêmica”. O manifesto desagradou ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Mackenzie e motivou a realização de um protesto que reuniu cerca de 300 pessoas em frente ao câmpus da Rua Itambé, na região central de São Paulo.
O Estadão parece pensar que não faz sentido uma universidade evangélica distribuir Bíblias para seus estudantes. Nessa lógica, fará sentido uma laranjeira produzir laranjas? Fará sentido uma macieira produzir maçãs?
Mas o problema é mais profundo. O sentimento do Estadão é que já que o Mackenzie cedeu no manifesto anti-PLC 122, por que não também na distribuição de Bíblias? Aliás, o sentimento da mídia esquerdista em geral é que os cristãos têm a obrigação de ceder toda vez que algum grupo de gays, feministas, bruxos ou outros indivíduos politicamente corretos se sentir “ofendido”.
Quando nós nos sentimos ofendidos com as iniciativas agressivas deles para impor a agenda gay em nossos filhos, eles não cedem um centímetro. Mas quando eles se sentem ofendidos com nossas atitudes de proteger nossos filhos contra a agenda gay, eles ainda têm a cara de pau de exigir que cedamos quilômetros.
Ao contrário do Mackenzie, que retrocedeu em seu manifesto anti-PLC 122, provavelmente por causa das pressões e reclamações da forte ala esquerdista que há nessa instituição, os ativistas da agenda gay jamais recuam em suas posições imorais. Pena que entre eles não haja uma ala “conservadora” para fazer barulho e dizer: “Ei, vamos parar com isso! Retiremos tal projeto gay (ou manifesto gay). Estamos violentando a inocência das crianças!”
Kit gay
O famoso e infame kit gay, que o governo distribuirá nas escolas com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, ensinará as crianças a valorizar o sexo anal dos homossexuais. (Veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lCsBc0tm6lc) Crianças de todo o Brasil estão para sofrer um sistemático estupro psicológico com a distribuição dos imorais kits gays nas escolas, e o Estadão está incomodado com a distribuição de Bíblias numa universidade evangélica?
O PLC 122, que é o maior projeto de lei anti-“homofobia” do Brasil, provocará paranoias muito maiores, usando igualmente a desculpa do combate à “discriminação” para impor todos os tipos de doutrinação homossexual em todos os níveis da sociedade. E o alvo principal da obsessão anti-“homofobia” são os que Toni Reis tachou de “religiosos fundamentalistas”.
O que é necessário fazer para sofrer o rótulo de “religioso fundamentalista”? Apenas dizer que o sexo homossexual é pecado. Nada mais. Basta dizer isso, e você entra automaticamente para a categoria de “homofóbico”, “fanático”, “preconceituoso”, “incitador de ódio e violência”, “incitador de assassinatos de homossexuais” e mil e um títulos dignos de filmes de terror. Se ficarmos calados, talvez eles parem de nos fazer encolher de medo com rotulações e estereótipos.
Entretanto, se cedermos sempre às birras deles, chegará o tempo em que precisaremos lhes perguntar: “Eu ainda tenho permissão de dizer que sou cristão?”
“Sim”, dirá o governo e a mídia, “desde que seja sozinho no seu quarto, longe de sua esposa e filhos. Nem seu cachorro deve escutar isso! Por enquanto, você tem plena liberdade de expressão e religião de dizer isso para si mesmo”.
Os ativistas da agenda gay querem distância da Bíblia, pois esse é o único livro que orienta de forma enérgica os leitores a evitar todos os pecados.
Os autores — o próprio governo federal! — do kit gay querem levar crianças diretamente para o buraco do estupro psicológico e físico. O Autor da Bíblia não quer ninguém no buraco.
Por isso, enquanto é tempo — e mesmo fora de tempo —, distribuamos Bíblias, como muito bem fez o Mackenzie. E, enquanto ainda nos resta alguma liberdade de expressão, façamos, sem ceder e sem esmorecer, todos os tipos de manifestos e manifestações contra toda lei que, com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, quer calar os que discordam da agenda gay e impor selvagemente sobre as crianças uma perversa doutrinação pró-homossexualidade.
Padre Paulo Ricardo
Padre Paulo Ricardo

"Você para de fazer sexo fora do casamento e acabou a questão do preservativo. O sexo foi feito para ser usado dentro do matrimônio"


84 milhões de camisinhas. Esta é a quantidade de preservativos que o Ministério da Saúde distribuirá em todo o país durante o período do Carnaval – 26 milhões a mais que no ano passado. A iniciativa faz parte da campanha nacional contra a Aids e busca promover a ampla divulgação do assim chamado “sexo seguro”.


A realidade, porém, é outra: existe toda uma preocupação da Igreja diante da massiva e atual distorção da sexualidade humana. “O sexo está ficando cada vez menos humano”, afirma padre Paulo Ricardo, da Arquidiocese de Cuiabá (MT), em entrevista concedida à equipe do cancaonova.com. O sexo – como tudo mais criado por Deus - é belo e não algo doloroso, a exemplo do que inúmeras pessoas têm experimentado em suas vidas.


No áudio abaixo você confere, na íntegra, esta entrevista com padre Paulo Ricardo:














cancaonova.com: Recentemente o Papa foi incluído em uma nova polêmica por parte dos meios de comunicação com relação à posição da Igreja no uso da camisinha. O senhor poderia explicar esta declaração do Papa?



Padre Paulo Ricardo: Bom, a primeira coisa é a gente esclarecer que se trata de uma longa entrevista que o Papa concedeu a um jornalista alemão. Esse depoimento foi publicado num livro intitulado “Luz do mundo”. Entre as várias perguntas desta entrevista, questionou-se a posição do Papa Bento XVI a respeito do uso do preservativo. Veja: o Papa disse claramente que o preservativo não é a solução, ou seja, ele não é uma solução para a questão da Aids. O que nós precisamos entender como solução para essa questão é que a pessoa deve ter abstinência sexual, e depois deve ter também fidelidade e, finalmente, se “falhou a primeira” - e a pessoa não foi abstinente, - se “falhou a segunda” - e ela não foi fiel – então, vai fazer o quê? Usa o preservativo como última instância. Aí as pessoas dizem assim: “Mas por que a Igreja não libera o preservativo e faz uma legislação clara sobre isso?” Vou fazer uma comparação para vocês entenderem do que é que se trata: o DETRAN tem normas de como eu devo guiar um veículo nas ruas, nas rodovias. É evidente que existe uma norma: você não deve guiar na contramão. Agora, é evidente também que o DETRAN não terá uma norma a respeito das várias modalidades em guiar o veículo na contramão. Por exemplo: você resolve guiar seu veículo na rodovia Presidente Dutra, a 120 km/h, na contramão. Os outros carros começam a desviar do seu e você está quase provocando um acidente. Daí você diz: “Poxa vida! Estou pondo a minha vida e a das outras pessoas em risco! Deixe-me reduzir a velocidade”. Então, eu que estava guiando na contramão a 120 km/h, agora reduzo para 20 km/h e começo a dirigir no acostamento, ainda na contramão. Ora, é evidente que dirigir a 20 km/h no acostamento é menos perigoso que dirigir no centro da pista, a 120 km/h, na contramão! Mas, não existe nenhuma lei do DETRAN que diga isso. Por quê? Porque o DETRAN não vai legislar a respeito de uma coisa que é ilegal. Seria uma loucura fazer uma legislação para aquilo que é errado. O mesmo se dá com a Igreja. Ela diz: se você não é casado, abstinência. Se você é casado, seja fiel. Essas são as duas normas da Igreja. Agora, se você não quer ser abstinente, se não quer ser fiel ao seu casamento, é evidente que, se você quer se prostituir, certamente usando a camisinha estará sendo mais responsável do que se estivesse sem ela. Mas a Igreja não dirá: pode usar a camisinha. Ela não dirá isso. Assim como o DETRAN não dirá: pode andar na contramão a 120 km/h. O que o DETRAN diz? Não ande na contramão. E a Igreja diz: não seja infiel, não seja promíscuo. Seja abstinente.


O exemplo concreto que o Papa dá nesta entrevista é o de uma pessoa que se prostitui e começa a usar a camisinha. Bento XVI afirma que este “usar a camisinha” PODE significar um primeiro passo no caminho da moralização, ou seja, é como se o Papa dissesse que a pessoa que está guiando um veículo a 120 km/h na contramão de uma rodovia e, de repente, resolve reduzir a velocidade e andar pelo acostamento, este ato é considerado um primeiro passo no caminho da moralização de um sujeito que está começando a ficar sensato. Mas ele ainda não ESTÁ sensato. Ele ainda não está vivendo dentro das normas da lei. Assim também como a pessoa que se prostitui e usa camisinha não está vivendo dentro das normas da Igreja, das normas de Deus, da moralidade. Ela vive uma vida imoral. Agora, se a pessoa vai viver uma vida imoral, é melhor usar o preservativo - para não sair contaminando os outros com o vírus do HIV - do que “sair por aí” prostituindo-se sem usar camisinha. Trata-se de um mal, porém, uma coisa que, aos poucos, está moralizando aquela pessoa. Foi simplesmente isso que o Papa disse.



cancaonova.com: Por que a Igreja é contra o uso de preservativos?



Padre Paulo Ricardo: A Igreja não é contra o uso de preservativos. Ela é contra o sexo fora do matrimônio. É isso que as pessoas não entendem. O sexo foi feito para ser usado dentro do matrimônio. Acabou. Uma vez que você tem o matrimônio, para que vai falar de preservativo? As pessoas dizem assim: “A Igreja quer matar as pessoas! Ela quer que as pessoas façam sexo e se contaminem!” A Igreja não quer nada disso. Ela simplesmente quer que as pessoas parem de fazer sexo fora do casamento. Você para de fazer sexo fora do casamento e acabou a questão do preservativo. Então não se trata de ser contra o preservativo. Trata-se de ser contra o sexo fora do matrimônio. Um sexo que não está no vínculo do amor perfeito do matrimônio. Essa é a realidade [pregada pela Igreja]. E uma vez que você está dentro do matrimônio, a questão do preservativo torna-se ridícula.




"O ser humano não pode ter uma vida desenfreada", afirma padre Paulo Ricardo

Foto: Wesley Almeida / CN



cancaonova.com: Quais consequências enfrentaremos, enquanto sociedade, incitando nossas crianças e jovens a começarem sua atividade sexual cada vez mais precocemente?



Padre Paulo Ricardo: A realidade é que o sexo está ficando cada vez menos humano e cada vez mais animal. A sexualidade humana é diferente da sexualidade dos animais. Quando Deus criou os animais, por exemplo, os mamíferos, Ele criou com um limite para o sexo deles chamado “período do cio”. Ou seja, quando a fêmea está no cio, eles mantêm relação sexual. Quando a fêmea não está no cio, eles param. Com o ser humano Deus não deu um “período do cio”. Para o ser humano Ele deu a razão, a inteligência, a alma, o espírito. Então, para o ser humano, o sexo nunca é somente um ato irresponsável. Ele [ser humano] é sempre um ato no qual ele está fazendo alguma coisa espiritualmente. Dessa forma, eu estou machucando-me espiritualmente – ou machucando outra pessoa espiritualmente – quando eu faço o sexo de forma irresponsável. E isso não está sendo ensinado aos jovens. Os jovens acham que ter uma relação sexual é como “comer um hambúrguer”, ou seja, uma coisa totalmente inofensiva. Mas isso não é verdade. O sexo tem consequências. Dentro do sexo está incluída a vida de uma terceira pessoa – que é uma criança que pode nascer – em segundo lugar, está incluída a minha capacidade de amar e a capacidade da outra pessoa com a qual estou tendo a relação sexual, portanto, o centro da minha vida, que é o amor. Nós viemos a este mundo para amar. Os cães não amam. As galinhas não amam. As vacas não amam. Mas os seres humanos amam! E quando não conseguem amar ficam frustrados. Quando você pega crianças, adolescentes, e os joga no “mundo do sexo” dessa forma irresponsável, você está ferindo a alma das pessoas e as pessoas estão se tornando cada vez mais “animalizadas”, perdendo sua grandeza de alma, sua dignidade humana naquilo que é a relação sexual.



cancaonova.com: O Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Saúde, com a Unicef e a Unesco, lançou uma cartilha intitulada “Caderno das Coisas Importantes” que, dentre outras coisas, faz uma apologia à masturbação e ao sexo precoce entre adolescentes e jovens. Esse material foi elaborado para ser distribuído nas escolas públicas. O que o senhor pensa disso?



Padre Paulo Ricardo: Veja, o que acontece é o seguinte: as crianças e os adolescentes precisam ser educados. E precisam ser educados para pôr um freio em seus instintos animais. Não existe somente o instinto animal do sexo. Por exemplo, existe o instinto animal de comer. E eu preciso educar meu filho a comer bem, a se alimentar de forma sadia. Existe o instinto animal de sobrevivência. E esse instinto não pode ser desregrado. Porque, do contrário, a pessoa sai por aí batendo em todos e matando as pessoas, simplesmente porque se sente agredida. A sociedade precisa ensinar o indivíduo a colocar limite em seus instintos. Ora, essa cartilha está ensinando exatamente o contrário! Ela está dizendo: “Não tenha limites! Faça o que quiser e você será feliz!” É como se eu dissesse assim: “Coma o que você quiser e sua saúde continuará boa”. Mas isso é uma mentira! É simplesmente falso. Se você comer o que quiser, acabará prejudicando sua saúde. Se você fizer o sexo que quiser, terminará fazendo mal a si mesmo e as outras pessoas. Na verdade, essa “Cartilha das Coisas Importantes” está ensinando as coisas menos importantes. Seria importante ensinar aos nossos filhos a amar. E amar significa o quê? Significa eu frear minhas vontades, meus caprichos, para então dar minha vida para o outro ser feliz. E isso essa cartilha não ensina. O ser humano não pode ter uma vida desenfreada. E se existe uma coisa importante que os nossos educadores precisariam ensinar para nossos filhos é que, se você não tiver freio, a vida vai pôr freio em você! Você quer ser feliz? Precisa então aprender a frear. Filhos e filhas que não têm freio, terminarão em desastre. E essa cartilha é a receita para o desastre em nosso país.



cancaonova.com: Padre Paulo Ricardo, muito obrigado por nos conceder esta esclarecedora entrevista. Para finalizar, peço que que o senhor deixe sua mensagem final e sua bênção aos internautas que nos acompanham.




Padre Paulo Ricardo: Quando tratamos da sexualidade, nós estamos tratando, na verdade, da nossa capacidade de amar. E a capacidade de amar significa que você não pode ser muito “espaçoso”. Se você está no banco de um automóvel, precisa dar espaço para a outra pessoa que está do seu lado. É preciso aprender a se contrair para dar espaço para o outro. Na vida, precisamos pôr freio e dar espaço para o outro ser feliz. Não podemos ensinar nossos filhos a sair por aí usando pessoas, como se elas fossem coisas. Porque é isso o que está acontecendo com esta “pseudo” educação sexual. Educar para a sexualidade é educar para o amor, educar para o limite, educar para a capacidade de eu dizer: “Não sou o centro do mundo”. Existe o centro do mundo, mas não sou eu. O centro do mundo é Deus. Que Deus o abençoe e o faça continuar neste caminho de aprendizado do amor, de quem sabe que tem seus limites e que precisa dar espaço para os outros e, sobretudo, para Deus. A bênção de Deus Todo-Poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo desça sobre vós e permaneça para sempre. Amém.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Universidade Harvard dá razão ao Papa na luta contra a AIDS.

Essa conclusão, vinda de uma das mais prestigiosas universidades do mundo confirma a VERDADE sobre essa delicada questão.

O problema é que os países, em sua maioria, não querem sugerir a mudança de comportamento de sua população em uma questão “moral” , pois ” não pertence ao Estado essa prerrogativa, mas as religiões e a filosofia”

Essa conclusão, no entanto, não se aplica em relação ao fumo, onde uma massiva campanha de mudança de comportamento objetiva diminuir os custos para o estado das doenças advindas desse comportamento.

Também não funciona para “beber com moderação” e “se beber não dirija”…

Incoerente, não?

***

Um estudo realizado pela Universidade Harvard deu razão à posição de Bento XVI sobre a AIDS, afirmando que um comportamento sexual responsável e a fidelidade ao próprio cônjuge foram fatores que determinaram uma drástica diminuição da epidemia no Zimbábue.

Quem explica, em sua última pesquisa, é Daniel Halperin, do Departamento de Saúde Global da População da universidade norte-americana, que, desde 1998, estuda as dinâmicas sociais que causam a disseminação de doenças sexualmente transmissíveis nos países em vias de desenvolvimento.

Halperin usou dados estatísticos e análises sobre o estudo de campo, tais como entrevistas e focus group, o que lhe permitiu coletar depoimentos de pessoas que pertencem a grupos sociais mais desfavorecidos.

A tendência de dez anos é evidente: de 1997 a 2007, a taxa de infecção entre adultos diminuiu de 29% a 16%. Após sua pesquisa, Halperin não hesita em afirmar: a repentina e clara diminuição da incidência de AIDS se deve “à redução de comportamentos de risco, como sexo fora do casamento, com prostitutas e esporádico”.

O estudo, publicado em PloSMedicine.org, foi financiado pela Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional, da qual Halperin foi conselheiro, e pelo Fundo das Nações Unidas para a População e Desenvolvimento.

“Com este estudo, Halperin promove uma reflexão séria e honesta sobre as políticas até agora adotadas pelas principais agências de combate à AIDS nos países em desenvolvimento”, afirma o jornal L’Osservatore Romano, ao dar a notícia, em sua edição de 26 de fevereiro.

Segundo o estudo, fica claro que a drástica mudança no comportamento sexual da população do Zimbábue “recebeu o apoio de programas de prevenção na mídia e de projetos educativos patrocinados pelas igrejas”.

Poucos anos atrás, Halperin se perguntava como é possível que as políticas de prevenção “mais significativas tenham sido feitas até agora baseando-se em evidências extremamente fracas”, ou seja, na ineficácia dos preservativos.

Em suma, segundo o estudo de Halperin, é necessário “ensinar a evitar a promiscuidade e promover a fidelidade”, apoiando iniciativas que visem a construir na sociedade afetada pela AIDS uma nova cultura.

Como disse Bento XVI, é necessário promover uma “humanização da sexualidade”.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Ex-abortista morre aos 84 anos como ativista pró-vida

Leonardo Meira
Da Redação, com informações de National Catholic Register (em inglês - tradução de CN Notícias)


Arquivo
O médico ginecologista Bernard Nathanson
O ginecologista norte-americano Bernard Nathanson - que atuou em mais de 75 mil abortos antes de se tornar um importante líder pró-vida e converter-se à fé católica - morreu na segunda-feira, 21, em Nova Iorque, após uma prolongada batalha contra o câncer. Ele estava em casa e tinha 84 anos.

O último aborto que praticou foi em 1979, mesmo ano em que deu uma guinada em sua trajetória e tornou-se pró-vida. Devido ao número de intervenções que praticou, era conhecido como "Rei do Aborto".

Anos depois, em 1985, produziu o filme "O Grito Silencioso", considerado um marco, pois foi o primeiro a mostrar imagens ultrassonográficas de uma criança sendo destruída por instrumentos durante um aborto. Ele também produziu o documentário "Eclipse da Razão", em que mostra e explica diversos procedimentos abortistas em um gráfico detalhado.

Nathanson também publicou diversos livros influentes sobre a temática, incluindo "Aborting America", em 1979, juntamente com Richard Ostling, no qual revelou os enganosos e desonestos inícios do movimento pró-aborto e destruiu o argumento de que o aborto seria seguro para as mulheres.

Ele admitiu muitas vezes que ele e outros médicos defensores do aborto, nos anos 1960, mentiam sobre o número de mulheres que morria em decorrência da prática ilegal naquela época, inflacionando o valor de algumas centenas a cada 100 mil para ganhar simpatia para sua causa.


"A mão de Deus"

Na sua autobiografia "A Mão de Deus", lançada em 1996, ele narrou sua trajetória de pró-aborto a pró-vida. Nathanson contou que foi através da nova tecnologia da ultrassonografia que, em 1970, ele convenceu-se que o recém-nascido já era um ser humano.

Acerca dos enormes desafios para restaurar uma ética pró-vida, ele escreveu: "Aborto é, agora, um monstro tão inimaginavelmente gigantesco que pensar em colocá-lo de volta na jaula atrás das grades… é ridiculamente impensável. No entanto, essa é nossa responsabilidade - um esforço gigantíssimo".

Ele observou, lamentando-se: "Eu sou um daqueles que ajudaram a iniciar essa era bárbara".

No fim da década de 1960, ele ajudou a fundar a Liga Nacional de Ação pelo Direito ao Aborto (Naral, na sigla em inglês), que teria um papel decisivo na legalização da interrupção da gravidez nos Es­­tados Unidos, em 1972.

Globalmente, as estimativas de Nathanson é de que tenha presidido cerca de 60 mil abortos como diretor de unidade, foi diretor de práticas na performance de outros 15 mil, e pessoalmente realizou outros 5 mil, incluindo o de um filho concebido com uma namorada, nos anos 1960.


Batizado Católico

Por mais de uma década após tornar-se pró-vida, Nathanson descrevia a si mesmo como um judeu ateísta. No entanto, em dezembro de 1996, foi batizado como católico pelo Cardeal John O’Connor em uma Missa privada, da qual participou um grupo de amigos, na Catedral São Patrício, em Nova Iorque. Ele também recebeu o Crisma e a Primeira Comunhão do Cardeal.

Sobre o batismo, ele disse: "Eu estava em um verdadeiro turbilhão de emoções, e então estava lá esta cura, água de refrigério em mim, e vozes suaves, e uma sensação indescritível de paz. Eu tinha encontrado um lugar seguro".

Entre os que concelebraram a Missa estava o padre C. John McCloskey, um sacerdote do Opus Dei que instruiu Nathanson na fé durante muitos anos.

"Ele foi um profeta pró-vida", disse padre McCloskey em uma entrevista recente. "Ele observou a vinda de toda a cultura de morte, e sabia que o aborto era apenas a ponta do iceberg".

Nathanson visitou padre McCloskey periodicamente durante mais de uma década, conta o sacerdote, até que, em uma dia de 1994, disse que queria se tornar católico. Depois de seu batismo, conta padre McCloskey, Nathanson "viveu a fé, frequentou os sacramentos, e falou sem medo sobre o catolicismo".

Nathanson contou que foi atraído para mais perto de Deus quando viu um massivo evento Operação Resgate, quando centenas de pessoas sentaram em frente a um prédio da Planned Parenthood (organização abortista) em Nova Iorque, bloqueando o tráfico. A visão de tantos pró-vidas arriscando-se desinteressadamente e com o risco de serem presos fez ele perceber que deviam estar atendendo a um chamado maior, explicou.

Nathanson casou-se e divorciou-se três vezes antes de ser casado na Igreja pelo padre McCloskey, logo depois de se tornar católico. Sua esposa, Christine, continua viva, assim como seu filho, José, fruto de uma união anterior.

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Imagens de Aborto para as que Nasceram e ainda defende o aborto
As SESSENTA IMAGENS a seguir são FORTES e IMPACTANTES.