sábado, 10 de abril de 2010

Pedofilia Fora da Igreja Católica.


* Pedofilia.Problema que extrapola o tempo e denominações religiosas.
abril 5th, 2010

Nem para justificar nem para deslocar, apenas para ampliar o entendimento de algo que vai além da religião, já que atinge toda a Sociedade.

***

1) Polícia prende pastor acusado de pedofilia no Paranáhttp://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u125607.shtml

2) Pastor confessa ter abusado de crianças de sua igreja em Francahttp://ultimosegundo.ig.com.br/materias/brasil/2311501-2312000/2311718/2311718_1.xml

3) Pastor que engravidou menina diz que assume filhohttp://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI918079-EI5030,00.html

4) Polícia prende pastor suspeito de abusar de oito meninos em PEhttp://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u118272.shtml

5) Evangélico é preso acusado de estuprar 12 criançashttp://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI714233-EI5030,00.html

6) Evangélico é preso em flagrante por abuso sexual. A vítima é a filha, de cinco anoshttp://ultimosegundo.ig.com.br/materias/odia/2024001-2024500/2024348/2024348_1.xml

7) pastor é preso acusado de estuprar adolescentehttp://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI546547-EI306,00.html

8 – Preso pastor que prometia alívio em troca de sexohttp://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI546557-EI5030,00.html

9) menina estuprada por Pastor dá entrevistahttp://br.groups.yahoo.com/group/oencostohp/message/21

10) Pastor é preso por estuprar menina de 14 anoshttp://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI542671-EI306,00.html

11) Pastor é preso em MG sob suspeita de pedofiliahttp://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI535708-EI306,00.html

12) Pastor é acusado de engravidar fiel de 13 anoshttp://www.espacovital.com.br/asmaisnovas12112004o.htm



CRESCE O NÚMERO DE PASTORES PEDÓFILOS NO BRASIL

Publicado por ARNOLDO em 26 November 2008 às 15:47
Exibir tópicos


CÍNTIA ACAYABAda Agência FolhaA Polícia Federal prendeu nesta segunda-feira, em Paranaguá (98 km de Curitiba), um casal de pastores evangélicos acusado de pedofilia.O pastor Francisco Vicente Corrêa Filho, 57, é acusado de estuprar pelo menos dez meninas, com idades entre 10 anos e 13 anos. A mulher dele, Elizabeth Graff, 41, é apontada pela PF como colaboradora dos crimes e aliciadora das meninas.


Eles foram presos às 9h em casa, no bairro Ilha dos Valadares. No local, a PF encontrou revistas pornográficas e fotos de sexo explícito.A investigação começou há seis meses a partir de denúncias anônimas feitas à PF. As vítimas foram ouvidas pela primeira vez hoje pelo delegado João Augusto Carvalhal Santos e confirmaram que o pastor as forçava a praticar sexo.“Cumprimos mandado de prisão preventiva dos dois para eles não influenciarem nos depoimentos das vítimas.


No início, elas negaram, porque os pastores eram respeitados pela comunidade, mas depois confessaram que praticaram sexo com o pastor”, disse o delegado.No depoimento, de acordo com o delegado, as vítimas relataram que Corrêa incorporava um anjo chamado de “executor” que o enfraquecia. Para recuperar a força, as meninas deveriam fazer sexo com ele, se elas recusassem ou contassem a alguém o que ocorria, o pastor as ameaçava e dizia que o anjo traria doenças e outras mazelas para as famílias.


“As práticas sexuais ocorriam com certa freqüência, principalmente quando havia o estudo da Bíblia. Além de fazer sexo com o pastor, elas eram obrigadas a se relacionar com quem ele indicasse e ainda a assistir às cenas”, disse Santos.


As práticas sexuais ocorriam no terreno da igreja. “Eles devem responder por crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, como estupro presumido e cooptação de menores. Eles podem pegar mais de 30 anos [pena máxima]”, disse Santos.Para o advogado do casal, Werner Kovaltchuk, trata-se de uma “divergência interna na igreja”. “Não há elementos concretos, apenas depoimentos. Quando tomar conhecimento real da situação, pedirei a revogação da prisão preventiva”, disse Kovaltchuk.O casal será encaminhado para a Cadeia Pública de Paranaguá.


IgrejaHá cinco anos, o casal fundou a Igreja do Supremo Amor de Cristo. Côrrea é aposentado do Corpo de Bombeiros e recebe pensão por invalidez, e Graff estudou enfermagem.A igreja tem CNPJ, mas segundo a PF não era vinculada a nenhuma ordem religiosa.O templo tem cerca de 50 fiéis e funciona no terreno da casa dos pastores. “Eles tinham forte influência sobre a comunidade. Devem ter feito lavagem cerebral nas pessoas”, disse o delegado Santos.

Lula Coloca Homosexualismo nas Escolas...


* Livros didáticos e escolas terão de incluir temática LGBT.
abril 1st, 2010
UOL.
Os temas sobre orientação sexual e homossexualidade terão de aparecer nos livros didáticos e nas salas de aula. Pelo menos, foi essa a decisão da Conae (Conferência Nacional de Educação), que aconteceu em Brasília até quinta-feira, 1º de abril.

Segundo o presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Toni Reis, o movimento LGBT está satisfeito com a conferência. “Saímos vitoriosos. Se o país cumprir o que foi aprovado, a homofobia na escola está com os dias contados”, afirma.
T

emas sobre orientação sexual e homossexualidade terão de aparecer nos livros didáticos, segundo decisão da Conae

A Conae pretende traçar diretrizes para a educação do país, que podem ser incorporadas no Plano Nacional de Educação. É este plano que define o que será prioridade no ensino brasileiro nos próximos dez anos.

Além da presença nos livros escolares, a temática LGBT deverá ser ensinada nas faculdades e cursos de formação de professores. Além disso, de acordo com Reis, a conferência definiu que o livro didático não poderá ter conteúdos que discriminam homossexuais. “É o fim das piadas sobre gays nos livros”, diz.

Propostas LGBT na conferência
O movimento LGBT levantou três propostas na Conae:
o fim da homofobia na escola;

que travestis possam usar o nome feminino nas salas de aula;
e que a discriminação a homossexuais seja considerada crime no Brasil.
“Hoje temos uma preocupação especial com a situação das travestis, que são as que sofrem mais discriminação na escola”, acrescenta.
Segundo Reis, entidades nacionais apoiaram os projetos, entre elas a CUT (Central Única dos Trabalhadores), a CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) e a Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras).
Agora a ABGLT pretende utilizar a decisão da Conae como uma referência para pressionar por mudanças. “Queremos avaliar, monitorar, e acompanhar de forma propositiva as políticas públicas”, diz Reis.
***
Mesmo que todas as leis mudem, NADA mudará a lei natural.Ela é soberana e está acima das resoluções humanas que imaginam que a lei positiva seja capaz de gerar verdade.
Não importa o que façam, sempre defenderemos o Homem e a Mulher, criados à imagem e semelhança de Deus, masculino e feminino.

Somos contra a homofobia, em seu sentido normal de aversão e ódio ao homossexual, somos contra a violência de qualquer espécie e contra a intolerância.
Da mesma forma somos a favor da ordem natural criada por Deus. Simples!

Não é preconceito, é CONCEITO.



2- O celibato dos padres os leva à pedofilia.

O celibato não tem nenhuma relação de causa com nenhum tipo de vício sexual, incluindo a pedofilia. Na verdade, homens casados são tão suscetíveis à violência sexual de crianças como os padres celibatários (Jenkins, “Priests and Pedophilia”). Na população em geral, a maioria dos violentadores são homens heterossexuais reprimidos que violentam sexualmente meninas. Também se encontram mulheres entre os violentadores sexuais.
Mesmo sendo difícil obter estatísticas precisas sobre abuso sexual infantil, os padrões característicos do violentador sexual em série de crianças tem sido bem explicados. Os perfis do molestador de crianças jamais incluiu adultos normais que são atraídos eroticamente pelas crianças como resultado de abstinência. (Fred Berlin, “Compulsive Sexual Behaviors” in Addiction and Compulsion Behaviors [Boston: NCBC, 1998], Patrick J. Carnes, “Sexual Compulsion: Challenge for Church Leaders” in Addiction and Compulsion; O’Leary, “Homosexuality and Abuse”).


3- O casamento do clero faria a pedofilia e outras formas de má-conduta sexual desaparecer.

Algumas pessoas – incluindo alguns católicos dissidentes – estão explorando esta crise para atrair a atenção do público para suas causas próprias. Alguns estão exigindo a condição de casamento para o clero católico em resposta ao escândalo, como se o casamento fosse fazer com que os homens parassem de machucar as crianças. Isto vai de cara com a estatística mencionada acima de que os homens casados são tão suscetíveis a abusar de crianças quanto qualquer celibatário. (Jenkins, “Pedophilia and Priests”). Já que nem o fato de ser católico nem o de ser celibatário predispõe uma pessoa a desenvolver pedofilia, o casamento do clero não resolveria o problema (“Doctors call for pedophilia research”, The Hartford Courante, March 23). Basta olhar para crises parecidas em outras denominações e profissões para ver isto. É fato concreto que jamais se soube que homens heterossexuais física e psicologicamente saudáveis tenham desenvolvido atrações eróticas por crianças como resultado de abstinência sexual.

4- Celibato do Clero foi uma invenção medieval.
Errado. Na Igreja Católica Ocidental, o celibato se tornou uma prática universal no século IV, a começar com a adoção de Santo Agostinho pela disciplina monástica para todos os seus sacerdotes. Além das várias razões práticas para esta disciplina – presumia-se que ela desencorajava o nepotismo – o estilo de vida celibatário fazia com que os padres fossem mais independentes e disponíveis. Este ideal também sensibilizou os padres diocesanos para que vivenciassem o mesmo testemunho de seus irmãos de vida monástica. A Igreja não mudou suas diretrizes sobre o celibato, porque através dos séculos ela percebeu o valor prático e espiritual deste costume (Pope Paulo VI, “On the Celibacy of the Priesthood”, Encyclical letter, 1967). De fato, até mesmo na Igreja Católica de Rito Oriental – que aceita padres casados – os bispos são escolhidos somente entre os padres solteiros. Cristo revelou o significado e o valor verdadeiro do celibato. Os padres católicos desde São Paulo até hoje imitam-no na auto-doação total a Deus e aos outros como celibatários. Embora Cristo tenha elevado o casamento ao plano de um sacramento que revela o amor e a vida da Trindade, Ele também era testemunha viva da vida no mundo que a de vir. O sacerdócio celibatário é para nós uma testemunha viva para esta vida na qual a unidade e a alegria do casamento entre um homem e uma mulher é superada na comunhão amorosa perfeita entre homem e Deus. O celibato devidamente compreendido e vivido libera a pessoa para amar e servir os outros como Cristo fez. Durante os últimos quarenta anos, o celibato tem sido uma testemunha ainda mais poderosa para o sacrifício de homens e mulheres que se oferecem a serviço de suas comunidades.

5- Sacerdócio Feminino ajudaria a resolver o problema.
Não existe simplesmente nenhuma conecção lógica entre o comportamento anormal de uma pequena minoria de padres e a inclusão de mulheres em sua classe. Mesmo sendo verdade que a maioria das estatísticas sobre molestação de crianças mostre que existe uma probabilidade maior de homens violentarem crianças, o fato é que algumas mulheres também são molestadoras. Em 1994, o Centro Nacional de Pesquisa de Opinião (National Opinion Research Center) mostrou que a segunda forma mais comum de abuso sexual de crianças envolviam mulheres violentando meninos. Para cada três violentadores masculinos, havia uma violentadora. Contudo, as estatísticas sobre infratoras sexuais são mais difíceis de se obter porque o crime é mais encoberto (Interview with Dr. Richard Cross, “A Question of Character”, National Opinion Research Center; cf. Carnes). Também, a maioria de suas vítima (meninos) tem menos probabilidade de denunciar o abuso sexual que as meninas, especialmente quando o infrator é uma mulher (O’Leary, “Child Sexual Abuse”). Existem razões do porquê a Igreja não pode ordenar mulheres (conforme o Papa João Paulo II explicou várias vezes). Mas isto está além do problema.
O debate sobre a ordenação de mulheres não tem absolutamente nenhuma relação com o problema da pedofilia e outras formas de má conduta sexual.


6- A Homossexualidade não está conectada com a pedofilia.

Isto é totalmente falso. Os homossexuais têm uma probabilidade três vezes maior de serem pedófilos do que os heterossexuais. Enquanto a pedofilia exclusiva (atração de um adulto por uma criança pré-adolescente do sexo oposto) seja um fenômeno extremo, um terço dos homens homossexuais sentem atração por meninos adolescentes (Jenkins, “Priests and Pedophilia”). A sedução de um menino adolescente por um homem homossexual é um fenômeno bem documentado. Esta forma de comportamento anormal é o tipo mais comum de abuso clerical e está diretamente conectado com o comportamento homossexual. Como mostra Michael Rose no seu livro “Goodbye! Good Men”, existe uma certa sub-cultura homossexual dentro da Igreja. Isto se deve a vários fatores. A confusão da Igreja no início da revolução sexual dos anos 60, o tumulto subseqüente ao Concílio Vaticano II, e a maior aprovação do comportamento homossexual em geral pela sociedade criou um ambiente que fez com que homens homossexuais ativos que aceitaram o celibato fossem admitidos e tolerados no sacerdócio. A Igreja também passou a se apoiar em profissões psiquiátricas para examinar candidatos e para tratar aqueles padres identificados como problemáticos. Em 1973, a Associação Americana de Psicologia (American Psychological Association) mudou a caracterização de homossexualidade para a orientação objetivamente desordenada e removeu-a do Manual de Diagnóstico e Estatística (Diagnostic and Statistic Manual IV (Nicolosi, J., 1991, “Reparative Therapy of Male Homosexuality”, 1991; Diamond, E., et al., “Homosexuality and Hope”, unpublished CMA document)). O tratamento dos comportamentos sexuais anormais seguiram o mesmo processo. Contudo, mesmo que o comportamento da Igreja para com aqueles que lutavam contra as atrações homossexuais seja compassivo, ela tem sido consistente em manter a visão de que a homossexualidade é objetivamente desordenada e que o casamento entre um homem e uma mulher é o contexto apropriado para a atividade sexual. Atualmente tem havido maiores esforços da Igreja em não concordar que homens com indícios de homossexualidade sejam aceitos para o sacerdócio.

Barbi Transexual.


* Ridiculo: Boneca Barbie transexual em exposição na Espanha.
abril 3rd, 2010

Dupla de artistas colocou na boneca o órgão sexual masculino
A associação espanhola Decide-T – que reúne gays, lésbicas, transexuais e bissexuais – promove em Alicante, na Espanha, a mostra “Invisíveis: Naturezas Transgressoras”. Na exposição, a boneca Barbie, protagonista do evento, foi transformada em transexual.
As Barbies foram modificadas pela dupla de artistas Andrea Cano e Manuel Antonio Velandia, fotógrafo. Segundo declarações à imprensa, os artistas achavam curioso o fato de a famosa boneca não ter o órgão sexual representado. No entanto, a polêmica foi instaurada quando a


dupla disse que as crianças podem visitar a mostra.
A exposição é recomendada para o público de todas as idades, uma vez que estamos a pôr de lado a questão da sexualidade como um tabu – explicou Velandia.
O objetivo dos organizadores é sensibilizar a sociedade para despertar o respeito à diversidade sexual.
Mattel, fabricante da tradicional boneca, declarou que autorização a alteração da boneca.
Site da ABC espanhola.
***

Vi as fotos da boneca. É o corpo de mulher com órgão masculino explicito, algo de extremo mau gosto.
Depois saiu essa noticia informando o cancelamento da exposição.
Veja:
Exposição de Barbies transexuais cancelada
A universidade de Alicante, em Valência, cancelou a exposição ‘InVisíveis: Naturezas Transgressoras’, na qual estariam expostas Barbies transexuais, por falta de autorização da Mattel, a empresa que fabrica as referidas bonecas.

A violação dos direitos de propriedade intelectual por parte do fotógrafo e da associação mentora da iniciativa, ‘DecideT’, levou a Mattel a entrar na justiça para defesa dos seus direitos.
O fotógrafo, Manuel Valendia, declarou que não sabia “que a Mattel iria ficar incomodada, mas vamos pedir à empresa que pense nos transexuais que se sentem regularmente pessoas invisíveis e sem direitos”, segundo informações avançadas pelo site ‘ABC’.

O Papa e a Pedofilia.



O jornal New York Times, em 25 de março, acusou o cardeal Joseph Ratzinger,agora Papa Bento XVI, de intervir para impedir que um padre, LawrenceMurphy, enfrentasse sanções para os casos de abuso sexual de menores.
A história é falsa. É suportado por sua própria documentação. Na verdade, ela dá todos os indícios de fazer parte de uma campanha coordenada contra oPapa Bento XVI, ao invés de jornalismo responsável.Antes de abordar o fundo falso da história, as seguintes circunstâncias são dignas de nota:

• A história do New York Times teve duas fontes. Primeira, advogados que atualmente têm ação civil pendente contra a Arquidiocese de Milwaukee. Umdos advogados, Jeffrey Anderson, também tem casos pendentes no SupremoTribunal dos Estados Unidos contra a Santa Sé. Ele tem um direto interessefinanceiro na matéria que está sendo relatada.

• A segunda fonte foi o arcebispo Rembert Weakland, arcebispo emérito de
Milwaukee. Ele é o bispo mais desacreditado e desonrado nos Estados Unidos,conhecido por descuidar de casos de abuso sexual durante sua posse, eculpado de usar $ 450.000 de fundos arquidiocesanos para pagar suborno a umex-amante homossexual que lhe estava chantageando. O arcebispo Weaklandtinha a responsabilidade pelo caso de padre Murphy entre 1977 e 1998,quando o padre Murphy morreu. Ele estava amargurado que a sua máadministração da Arquidiocese de Milwaukee lhe valeu o desagrado do PapaJoão Paulo II e Joseph Ratzinger, muito antes de ter sido revelado que eletinha usado o dinheiro dos paroquianos para pagar seu amante clandestino.Ele é prima facie, não uma fonte confiável.

• Laurie Goodstein, a autora da história do New York Times, teve uma
história recente com o arcebispo Weakland. No ano passado, após olançamento da autobiografia do infeliz arcebispo, ela escreveu uma históriainvulgarmente simpática que enterrou todas as acusações mais graves contraele (New York Times – 14 de maior de 2009).

• Uma demonstração ocorreu em Roma na sexta-feira, coincidindo com a
publicação da história do New York Times. Alguém poderia perguntar se seriacoincidência que ativistas americanos em Roma estivessem distribuindo osmesmos documentos referidos naquele dia no New York Times. A aparência aquié de uma campanha coordenada, ao invés de relatórios desinteressados.

É possível que más fontes possam providenciar a verdade. Mas fontes
comprometidas pedem por um maior controle. Em vez de um maior controle dahistória original, no entanto, os editores de notícias de todo o mundosimplesmente repetiram o New York Times. O que nos leva ao problema maisfundamental: a história não é verdadeira, segundo a sua própriadocumentação.

O New York Times disponibiliza em seu próprio site a documentação de apoio
para a história. Nesses documentos, o próprio cardeal Ratzinger não tomaqualquer decisão que, alegadamente, frustra o julgamento. As cartas sãodirigidas a ele; as respostas vêm de seu vice. Mesmo deixando isso de lado,porém, a acusação aqui – de que o escritório do cardeal Ratzinger impediualguma investigação – está provada ser totalmente falsa.

Os documentos mostram que o processo penal ou processo canônico contra o
padre Murphy nunca foi interrompido por ninguém. Na verdade, ele só foiabandonado dias antes do padre Murphy morrer. O cardeal Ratzinger nuncatomou uma decisão sobre o caso, de acordo com os documentos. Seu vice, oarcebispo Tarcisio Bertone, sugeriu que, já que o padre Murphy estava com asaúde debilitada e um julgamento canônico seria um assunto complicado, omais correto seria removê-lo de todo o ministério.

Repetindo: a acusação de que o cardeal Ratzinger alguma coisa errada não é
suportada pela documentação em que a história foi baseada. Ele não apareceno registro como tomando qualquer decisão. Seu escritório, na pessoa do seuvice, Dom Bertone, concordou que deve haver um completo julgamentocanônico. Quando se tornou evidente que o padre Murphy estava com a saúdedebilitada, Dom Bertone sugeriu que o mais correto seria removê-lo de todoo ministério.

Além disso, segundo o direito canônico na época, a principal
responsabilidade de casos de abuso sexual ficava com o bispo local. Oarcebispo Weakland tinha, a partir de 1977, a responsabilidade deadministrar as sanções ao padre Murphy. Ele não fez nada até 1996. Foinesse momento que o gabinete do Cardeal Ratzinger se envolveu, e,posteriormente, não fez nada para impedir o processo local.

O New York Times conta a história errada, segundo a sua própria evidência.
Os leitores podem querer especular sobre o motivo.

Aqui está o cronograma dos fatos mais relevantes, extraídos dos documentos do New York Times postados em seu próprio site.

15 de maio de 1974
É alegado um abuso pelo padre Lawrence Murphy por um ex-aluno da Escola
para Surdos de S. João em Milwaukee. Na verdade, as acusações contra oPadre Murphy remontam há mais de uma década.

12 de setembro de 1974
É concedido ao padre Murphy uma “licença para tratamento de saúde” oficial
da Escola para Surdos de S. João. Ele deixa Milwaukee, Wisconsin e muda-separa o norte, na Diocese do Superior, onde ele mora numa casa de famíliacom sua mãe. Ele não tem atribuição oficial a partir deste ponto até a suamorte em 1998. Ele não volta a viver em Milwaukee. Nenhuma sanção canônicaé exercida contra ele.

9 de julho de 1980
Funcionários da Diocese do Superior escrevem aos funcionários da
Arquidiocese de Milwaukee sobre que ministério o padre Murphy poderia fazerno Superior. O arcebispo Rembert Weakland, arcebispo de Milwaukee desde1977, foi consultado e disse que seria prudente ter o padre Murphy de voltapara o ministério com a comunidade surda. Não há indicação de que oarcebispo Weakland prevê outras medidas a serem tomadas no caso.

17 de julho de 1996
Mais de 20 anos após as alegações de abusos originais, o arcebispo Weakland
escreve ao cardeal Ratzinger, afirmando que só agora ele descobriu que oabuso sexual do padre Murphy envolvia o sacramento da confissão – um crimecanônico ainda mais graves. As acusações sobre o abuso do sacramento daconfissão estavam nas alegações de 1974. A esta altura, Weakland já haviasido arcebispo de Milwaukee por 19 anos.
Deve-se notar que, com relação a acusações de abusos sexuais, o arcebispo
Weakland poderia ter procedido contra o padre Murphy a qualquer momento. Aquestão da solicitação no sacramento da confissão requereu notificar Roma,mas que também poderia ter sido feito nos anos 1970.

10 de setembro de 1996
O padre Murphy é notificado de que um processo canônico irá proceder contra
ele. Até 2001, o bispo local tinha autoridade para agir em tais assuntos. AArquidiocese de Milwaukee vai agora começar o julgamento. É de salientarque, neste momento, nenhuma resposta foi recebida em Roma, indicando que oarcebispo Weakland sabia que ele tinha autoridade para prosseguir.

24 de março de 1997
O Arcebispo Tarcisio Bertone, secretário adjunto do cardeal Ratzinger na Congregação para a Doutrina da Fé, aconselha um processo canônico contra opadre Murphy.

14 de maio de 1997
O arcebispo Weakland escreve ao arcebispo Bertone para dizer que o processo
penal contra o padre Murphy foi lançado, e observa que a Congregação para aDoutrina da Fé aconselhou-o a prosseguir, mesmo que o estatuto delimitações expire. Na verdade, não existe estatuto de limitações para asolicitação no sacramento da confissão.
Durante todo o resto de 1997, a fase preparatória do processo penal ou
processo canônico está em andamento. Em 5 de Janeiro de 1998, o Tribunal daArquidiocese de Milwaukee diz que um processo acelerado deve ser concluídodentro de poucos meses.
12 de janeiro de 1998

O padre Murphy, agora menos de oito meses de sua morte, apela para o
cardeal Ratzinger que, dada a sua saúde frágil, ele deve ser autorizado aviver os seus dias em paz.

6 de abril de 1998
O arcebispo Bertone, observando a saúde frágil do padre Murphy e que não
houve novas acusações em quase 25 anos, recomenda a utilização de medidaspastorais para garantir que o padre Murphy não exerça ministério, mas sema acusação completa de um processo penal. É apenas uma sugestão, como obispo local mantém o controle.

13 de maio de 1998
O Bispo do Superior, onde o processo foi transferido para e onde o padre
Murphy tem vivido desde 1974, rejeita a sugestão de medidas pastorais.Inicia-se um julgamento pré-formal em 15 de maio de 1998, continuando oprocesso já iniciado com a notificação de que tinha sido emitida emsetembro de 1996.30 de maio de 1998

O arcebispo Weakland, que está em Roma, reúne-se com os membros na Congregação da Doutrina da Fé, incluindo o arcebispo Bertone, mas nãoincluindo o cardeal Ratzinger, para discutir o caso. O processo penal estáem curso. Nenhuma decisão é tomada para pará-lo, mas dadas as dificuldadesde um julgamento depois de 25 anos, outras opções são exploradas que iriamremover mais rapidamente o padre Murphy do ministério.

19 de agosto de 1998
O arcebispo Weakland escreve que ele parou o processo canônico e o processo
penal contra o padre Murphy e foi imediatamente iniciado o processo paratirá-lo do ministério – uma opção mais rápida.

1 de agosto de 1998
Morre o padre Murphy. Sua família desafia as ordens do arcebispo Weakland
para um funeral discreto.
- O padre Raymond J. de Souza é um capelão na Queen’s University, em
Ontário

Pulseira do Sexo



Adolescente de 13 anos foi estuprada por quatro rapazes após ter a ‘pulseirinha do sexo’ rompida no terminal urbano, em Londrina…
As pulseirinhas de silicone aparentemente inofensivas que muitas jovens usam, se tornou um acessório polêmico há algum tempo. Dessa vez ”as pulseirinhas do sexo” fizeram uma vítima em Londrina.

Uma menina de 13 anos foi violentada por quatro rapazes na semana passada depois de sair da escola. De acordo com os policiais da Delegacia do Adolescente, onde está sendo investigado o caso, as pulseirinhas foram a causa da agressão à menina.
Em seu depoimento, ela relatou que teria conhecido o grupo de rapazes no Terminal Urbano de transporte coletivo, os quais teriam arrebentado as pulseiras e depois obrigando-a a manter relações sexuais.
Algumas escolas já estão proibindo o acessório e especialista alerta para a gravidade da situação.
Um dos meninos relatou que as relações teriam acontecido na casa dele, com o consentimento da menina. Mas confirmou que tudo começou por causa das pulseiras que ela utilizava. Já a garota relatou que aconteceu um estupro.

Pulseiras
As pulseiras começaram a ser usadas pelos jovens na Inglaterra e ganharam destaque mundo afora. No Brasil, muitos usam como acessório da moda, mas o que outros tantos desconhecem que é que para cada cor de pulseira existe um significado.
Numa espécie de jogo, aquele que tem a pulseira arrebentada por outro, tem que realizar o que a cor determina. Os ”castigos” vão de um simples abraço a um beijo na boca. Os mais ousados, vão de dança sensual, sexo oral e sexo propriamente dito. Há ainda a pulseira dourada, que vale tudo, ou seja, a pessoa tem que realizar tudo o que todas as cores significam.
Abaixo o significado de algumas das cores:
- Amarela: abraço
- Rosa: mostrar o peito
- Laranja: ”dentadinha de amor”
- Vermelha: dança erótica
- Branca: a menina escolhe o que quer
- Preta: sexo com quem arrebentar a pulseira
- Dourada: todos os itens acima
Fonte: cgn.inf.br

***
Fabricio Lombardi
Li que uma menina de 13 anos foi estuprada em Londrina após ter a “pulseira do sexo” arrancada. Movido pela curiosidade, fui ler a notícia a fim de saber que raios seria a tal pulseira.
Trata-se de uma “brincadeira” que, pelo que li, nesta e em outras reportagens sobre o assunto, está na moda. Consiste no uso de pulseiras de borracha de várias cores, e há uma convenção de que cada cor sugere um ato de conotação sexual que vai desde o abraço, beijo de língua, até mostrar os seios, sexo oral ou, até mesmo, a relação sexual completa. Se a pessoa tem uma de suas pulseiras arrebentada por alguém, é obrigada a pagar esse alguém com a “prenda”, que é o ato que a cor arrebentada simboliza.
A pergunta que não quer calar: o que leva uma garota na flor de sua adolescência a desprezar sua própria sexualidade – dom tão valioso
, verdadeiro tesouro recebido do Criador – ao ponto de colocá-la à disposição por um fio, pelo preço do arrebentar de uma pulseira de boracha?

Há em nossa cultura uma necessidade extrema de que se redescubra o valor da sexualidade. Neste mundo hedonista, a maioria das pessoas – principalmente adolescentes – cai no conto da sereia dos meios de comunicação em massa, e coloca sua sexualidade à disposição por um nada.
A sexualidade é um dom. Um tesouro precioso. Uma pérola que Deus colocou em nós como se fôssemos ostras em forma humana. O que os adolescentes que usam tais pulseiras perderam, ou nunca receberam, foi o senso de que o sexo, sem amor, não passa de uso de pessoas como se fossem algo descartável. O Venerável João Paulo II já dizia que o contrário de amar é usar. Trata-se de uma completa inversão de valores, onde a pessoa vale o que ela tem pra oferecer. A pessoa perde toda a dignidade e o valor intrínseco do “ser pessoa”, imagem e semelhança do Criador.

A moda dessas pulseiras está diretamente relacionada a esta dissociação entre a afetividade e a sexualidade, incentivada pelos meios de comunicação, pelas revistas, etc. A educação humana, principalmente dos adolescentes e jovens, deve ser baseada na construção da sexualidade sempre concomitante e dependente da afetividade. Sexo é ingrediente do amor, e não vice-versa.


O verdadeiro amor passa pela liberdade (eu te amo porque quero te amar, não porque arrebentaste minha pulseira de borracha), totalidade (eu me entrego pra você por inteiro(a) e por toda a minha vida), fidelidade (eu sou teu/tua, e ninguém mais poderá ter a mim, ainda que me arrebente uma pulseira), e fecundidade (estamos livres e preparados para assumir as conseqüências do nosso amor). E só há um lugar ou situação onde todas essas exigências do amor podem ser assumidas e vividas: o Matrimônio.

É justamente por isso que a Igreja, especialmente na pessoa do Santo Padre, está tão preocupada com a educação para o matrimônio, que deve começar já desde a infância, na observância da vivência matrimonial dos pais, passando pela educação para o amor na condição da castidade durante a infância e a adolescência (preparação remota), partindo depois para a constante busca da santidade e da castidade e pureza ao longo do caminho do noivado (preparação próxima), culminando na compreensão do significado esponsal do corpo e da missão profética dos casais cristãos em refletir o amor livre, total, fiel e fecundo de Deus aqui na terra (preparação imediata).

A vivência da sexualidade seguindo os ensinamentos da Igreja, Mater et Magistra (Mãe e Mestra) em matéria de moral, é a única forma de orientar sua própria sexualidade para uma felicidade plena.

Que nós sejamos profetas desta boa nova para nossas crianças e adolescentes, e saibamos educá-las (e educar-nos a nós mesmos) para o Amor, por uma sociedade mais sadia onde reine Cristo nos corações, e em lugar das pulseiras de conotação sexual, se usem escapulários de devoção e alianças que simbolizem o verdadeiro Amor.